quarta-feira, 29 de junho de 2011
Impôs-se o bom senso
A página on line do "Jornal das Caldas" com a controvérsia sobre os foguetes na Serra do Bouro desapareceu. Regista-se o facto, esperando que tenha sido o reconhecimento, por este órgão de comunicação social, de que já ultrapassava o razoável o nível dos comentários de quem se foi mostrando incapaz de aceitar a livre expressão de opiniões e de bem fundamentadas críticas, como aqui assinalámos. Quanto à notícia em si e à polémica a que ela deu origem, este blog guarda a sua memória nos vários posts que lhe dedicou. E manter-se-á atento.
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terça-feira, 28 de junho de 2011
O "subsídio de incómodos" da administração dos CTT
Do blog Porta da Loja, com a devida vénia:
«O mundo terciário
Jornal i:
Os carros dos gestores públicos custam aos cofres do Estado 6,4 milhões de euros, avança o “Correio da Manhã”.
Segundo o jornal, são atribuídos 224 automóveis – de um universo de 62 empresas do sector empresarial do Estado – aos conselhos de administração. Mercedes, BMW ou Audi são as principais marcas usadas.
A grande maioria das empresas com participação do Estado (44) optou por adquirir os automóveis cedidos aos administradores e vogais, o que representa uma despesa de 5,8 milhões de euros para 158 veículos. Outras 19 empresas recorreram aos regimes de aluguer de veículos pagando um valor mensal. Em 2010, esse gasto era de 604 mil euros para 66 carros.
Segundo os dados da Direcção-geral do Tesouro e das Finanças, a aquisição mais cara foi nos CTT. Quando Estanislau Mata da Costa assumiu a liderança dos Correios trocou o BMW de serviço por um Mercedes S320 CDI. Este custava 84 mil euros, mas a retoma do BMW permitiu baixar o preço para 60 mil euros.
Comentário a este mundo dos gestores de estadão: deviam ter vergonha e passar a andar de metro e autocarro. Como os demais cidadãos, a maior parte deles trabalhadores que acrescentam mais valia às empresas ao contrário destes nababos da democracia que se limitam a delapidar património. Num país de pedintes de mão estendida ao estrangeiro, em boa parte por culpa destes gestores de pacotilha, ainda se comportam como senhores de um reino de fantasia em que a vida dos demais cidadãos são para eles como a caca de cão: para se desviarem e tapar o nariz.
Para além destas mordomias de país atrasado e periférico, este Estanislau dos CTT ainda acumulava vencimentos.
Os processos-crime por má gestão, gestão danosa, rareiam, mas estes gestores estão mesmo a pedi-los. E a única pena que merecem é apenas a da privação da liberdade por causa da prevenção geral e especial.
Este país está na bancarrota por causa deste tipo de gente.»
Privatizem-nos, e rapidamente!...
«O mundo terciário
Jornal i:
Os carros dos gestores públicos custam aos cofres do Estado 6,4 milhões de euros, avança o “Correio da Manhã”.
Segundo o jornal, são atribuídos 224 automóveis – de um universo de 62 empresas do sector empresarial do Estado – aos conselhos de administração. Mercedes, BMW ou Audi são as principais marcas usadas.
A grande maioria das empresas com participação do Estado (44) optou por adquirir os automóveis cedidos aos administradores e vogais, o que representa uma despesa de 5,8 milhões de euros para 158 veículos. Outras 19 empresas recorreram aos regimes de aluguer de veículos pagando um valor mensal. Em 2010, esse gasto era de 604 mil euros para 66 carros.
Segundo os dados da Direcção-geral do Tesouro e das Finanças, a aquisição mais cara foi nos CTT. Quando Estanislau Mata da Costa assumiu a liderança dos Correios trocou o BMW de serviço por um Mercedes S320 CDI. Este custava 84 mil euros, mas a retoma do BMW permitiu baixar o preço para 60 mil euros.
Comentário a este mundo dos gestores de estadão: deviam ter vergonha e passar a andar de metro e autocarro. Como os demais cidadãos, a maior parte deles trabalhadores que acrescentam mais valia às empresas ao contrário destes nababos da democracia que se limitam a delapidar património. Num país de pedintes de mão estendida ao estrangeiro, em boa parte por culpa destes gestores de pacotilha, ainda se comportam como senhores de um reino de fantasia em que a vida dos demais cidadãos são para eles como a caca de cão: para se desviarem e tapar o nariz.
Para além destas mordomias de país atrasado e periférico, este Estanislau dos CTT ainda acumulava vencimentos.
Os processos-crime por má gestão, gestão danosa, rareiam, mas estes gestores estão mesmo a pedi-los. E a única pena que merecem é apenas a da privação da liberdade por causa da prevenção geral e especial.
Este país está na bancarrota por causa deste tipo de gente.»
Privatizem-nos, e rapidamente!...
Mistério
O(s) que me ataca(m) critica(m)-me por eu não revelar a minha identidade sem, no entanto, dar(em) a cara e o verdadeiro nome e sem refutar(em) o que eu afirmo. Porquê? Porquê, senhor presidente da Junta?...
segunda-feira, 27 de junho de 2011
Adeus, Linha do Oeste...
Segundo o bem informado Carlos Cipriano (que conta a história aqui), um documento proposto pelo anterior governo, feito à revelia da Refer para ganhar as boas graças da Troika, propõe o encerramento de 800 quilómetros de via férrea, deixando a rede ferroviária circunscrita basicamente aos eixos Braga-Faro, Beira Alta e Beira Baixa. A Linha do Oeste, que lá vai estrebuchando, também iria na voragem.
Vale a pena recordar, apesar de tudo, que a via férrea poderia ser uma alternativa menos cara às auto-estradas e que o é, em muitos países mais desenvolvidos do que Portugal, e deixar uma sugestão às populações e aos autarcas das cidades mais afectadas: mexam-se... antes que seja tarde.
Vale a pena recordar, apesar de tudo, que a via férrea poderia ser uma alternativa menos cara às auto-estradas e que o é, em muitos países mais desenvolvidos do que Portugal, e deixar uma sugestão às populações e aos autarcas das cidades mais afectadas: mexam-se... antes que seja tarde.
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sábado, 25 de junho de 2011
A praia do Salgado não existe
O "Expresso" não é o melhor jornal português mas é um dos mais inflluentes e um dos de maior circulação. É o "Expresso" que a coisa chamada Turismo do Oeste escolhe para publicar a sua revisteca inútil (mas decerto útil para alguém ganhar dinheiro) a que deu a tonta designação de "A Oeste tudo de novo".
E é também o "Expresso" que, neste sábado e aqui, apresenta - com sugestivas fotografias - oito praias da costa portuguesa onde se pode fazer nudismo. Só que são praias todas elas localizadas no Algarve, no Alentejo, em Sintra e em Cantanhede. E a praia do Salgado? Não existe.
Com uma vista de tirar a respiração e um areal quase sem fim, e apesar do mar perigoso, a praia do Salgado (entre São Martinho do Porto e a Nazaré) é suficiente extensa para permitir que os nudistas e os outros banhistas a utilizem sem problemas de convivência. Mas, para o "Expresso" (que também representa uma certa elite lisboeta), não existe. Nem como praia onde qualquer pessoa se pode "despir sem problemas" nem, pelos vistos, como praia. Portanto, em termos de turismo, não existe.´
Este é um excelente exemplo do que está por fazer na área da promoção turística, que é um dos sectores que mais lucrativo poderia ser em Portugal. E para todos.
E é também o "Expresso" que, neste sábado e aqui, apresenta - com sugestivas fotografias - oito praias da costa portuguesa onde se pode fazer nudismo. Só que são praias todas elas localizadas no Algarve, no Alentejo, em Sintra e em Cantanhede. E a praia do Salgado? Não existe.
Com uma vista de tirar a respiração e um areal quase sem fim, e apesar do mar perigoso, a praia do Salgado (entre São Martinho do Porto e a Nazaré) é suficiente extensa para permitir que os nudistas e os outros banhistas a utilizem sem problemas de convivência. Mas, para o "Expresso" (que também representa uma certa elite lisboeta), não existe. Nem como praia onde qualquer pessoa se pode "despir sem problemas" nem, pelos vistos, como praia. Portanto, em termos de turismo, não existe.´
Este é um excelente exemplo do que está por fazer na área da promoção turística, que é um dos sectores que mais lucrativo poderia ser em Portugal. E para todos.
Sinais de esperança...
... e de desanuviamento:
- O primeiro-ministro anunciou que a antecipação das medidas impostas pelos nossos credores (a "troika")será feita através de reformas estruturais, de cortes na despesa do Estado e das privatizações, sem se referir aos impostos, e afastou Portugal da situação de crise da Grécia.
- O Governo deixa de voar em classe executiva na União Europeia e passa a voar em turística. Os membros do Governo deixam de utilizar os carros do Estado em passeio, viagens com a família e deslocações de caráctr privado.
- Assunção Esteves é presidente da Assembleia da República com mais de 80 por cento dos votos e sem nenhum voto contra, proposta por Passos Coelho depois de este ter mantido a sua palavra de propor Fernando Nobre para o cargo (afastando-se Fernando Nobre por decisão própria).
- O primeiro-ministro anunciou que não serão nomeados mais governadores civis e o facto de se a maioria deles se ter demitido vai mostrar que, para já, os governos civis não precisam dos governadores civis.
- Pedro Passos Coelho defendeu um governo com 10 ministros, admitiu que, em coligação, poderia ser obrigado a ter mais ministros e ficou apenas com 11, abrindo o seu governo a independentes em pastas-chave.
- O primeiro-ministro anunciou que a antecipação das medidas impostas pelos nossos credores (a "troika")será feita através de reformas estruturais, de cortes na despesa do Estado e das privatizações, sem se referir aos impostos, e afastou Portugal da situação de crise da Grécia.
- O Governo deixa de voar em classe executiva na União Europeia e passa a voar em turística. Os membros do Governo deixam de utilizar os carros do Estado em passeio, viagens com a família e deslocações de caráctr privado.
- Assunção Esteves é presidente da Assembleia da República com mais de 80 por cento dos votos e sem nenhum voto contra, proposta por Passos Coelho depois de este ter mantido a sua palavra de propor Fernando Nobre para o cargo (afastando-se Fernando Nobre por decisão própria).
- O primeiro-ministro anunciou que não serão nomeados mais governadores civis e o facto de se a maioria deles se ter demitido vai mostrar que, para já, os governos civis não precisam dos governadores civis.
- Pedro Passos Coelho defendeu um governo com 10 ministros, admitiu que, em coligação, poderia ser obrigado a ter mais ministros e ficou apenas com 11, abrindo o seu governo a independentes em pastas-chave.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Más companhias
António José Seguro já anda em más companhias. É pena...
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quinta-feira, 23 de junho de 2011
Crimes
Um pequeno ponto de situação sobre os factos e o direito no caso da polémica on line suscitada pela notícia "Morador queixa-se dos foguetes na Serra do Bouro", publicada pelo "Jornal das Caldas" e aqui várias vezes referida.
Sobre situações destas, prevê o Código Penal:
Portanto...
Alguns dos intervenientes publicaram, sem que o "Jornal das Caldas" o impedisse, as seguintes afirmações:
-- Anti-Manguito das Caldas! // Mai 5, 2011 at 7:01 pm:
"Este Mário Rocha é o Manguito Ecológico, do blog O das Caldas! Que se fartou de dizer mal das nossas festas!! Atirem-lhe mas é com um foguete para cima!"
-- Álvaro Baltazar // Mai 18, 2011 at 7:00 pm:
-- Álvaro Baltazar // Mai 18, 2011 at 7:00 pm:
"Alguém amigo e preocupado me avisou para a quantidade de vezes que a minha pessoa tinha sido chamada à liça neste forum. Verifiquei e de facto é verdade. Só demonstra que há pessoas que, não gostando de estar sossegadas, querem espicaçar as outras para também as desassossegar. Não tenho tempo para jogos literários, não respondo a provocações nem de manguitos, nem de aónimos, nem de conhecidos. Conheço todos os intervenientes, mesmo os que não se identificam, sei o que valem, mas guardo esses juízos para mim … até um dia.
Também sei o que valho, os meus deveres de Presidente de Junta e os meus direitos como cidadão. Também conheço a lei e sei interpretá-la, ao contrário de alguns comentaristas, que enchem a boca a falar de leis e regulamentos, mas não sabem interpretar o seu conteúdo. Por mim podem continuar a brincar em foruns, blogs e outros locais propícios para quem gosta de protagonismo, sem coragem ou capacidade para se apresentar pessoalmente perante a comunidade."
-- jose augusto // Mai 19, 2011 at 3:54 pm:
-- jose augusto // Mai 19, 2011 at 3:54 pm:
"que conversa da treta. tudo isto por causa de uns foguetes e de um anonimo? quiça se fosse de um nome verdadeiro, já se tinham matado. meus senhores, assuma-se quem tem que se assumir, no caso o manguito e o redactor, porque falar por de trás de um nome fecticio é fácil, assumir é que é pior. façam como eu e como o alvaro baltazar e como o mario. por acaso até sem quem é o manguito, mas não o digo quem é, porque compete a ele assumir-se. andar atrás de um pesudonimo só demonstra cobardia e pela conversa e desconversa que aqui está patente, só tem um culpado, o próprio!
deverá ser ele a pedir desculpas e a vir a publico assumir-se. chega de termos um país de cobardolas."
-- A.Nobre // Mai 22, 2011 at 10:46 pm:
"Quem está mal mude-se!!! Não há memória, de tamanha palaçada, protoganizado por dois ou três iluminados… que dicidiram pôr em alvoroço a pacata Serra do Bouro, é um problema dos serranos, façam como os Açorianos fizeram há alguns anos a um Ministro da República, que de um momento para o outro, “mexeu” com os usos e costumes dos locais…fizeram-lhe as malas, levaram-nas ao aeroporto e tiraram-lhe um bilhete de ida no avião mais próximo… O sr. ministro não teve trabalho…foi só embarcar, com cortesia dos locais, aprendam serranos, grandes males, grandes remédios"
-- Álvaro Baltazar // Jun 8, 2011 at 1:32 pm:
"Peço a todos que ponham fim a esta polémica. Já sabemos o que pensam os que para cá quiseram vir morar e não é com esses que podemos contar que assim como vieram també, hão-de voltar para as terras deles e que são de facto estrangeiros, duplamente estrangeiros.
Os serranos legítimos têm motivos para estarem aborrecidos com tamanha interferência mas só lhes posso dizer: perdoem-lhes porque eles não sabem o que dizem…"
-- César Freitas // Jun 16, 2011 at 4:02 pm:
"Peguem numas enxaditas e vão cavar como o povo daqui que é para verem o que custa ganha a vida. Porque o que para aí escrevem só mostra que têm muito tempo nas mãos. E se não sabem, enfrentem-se como homens e resolvam isto como já há sete anos foi resolvido no Coto, que ficaram calados os que apanharam mais. E houve ainda mais foguetes e festa rija"
-- Carlos Freitas // Jun 17, 2011 at 3:08 pm:
"Sr. Mário, um dia destes havemo de nos encontrar sem duvida, a faleremos melhor deste e de outros assuntos claro, longe desta cambada de gentinha parva"
Sobre situações destas, prevê o Código Penal:
Artigo 153.º do Código Penal:
«Quem ameaçar outra pessoa com a prática de crime contra a vida, a integridade física e a liberdade pessoal, a liberdade e autodeterminação sexual ou bens patrimoniais de considerável valor, de forma adequada a provocar-lhe medo ou inquietação ou a prejudicar a sua liberdade de determinação é punido com pena de prisão até um ano ou com pena de multa até 120 dias.» (n.º 1)
Artigo 181.º do Código Penal:
«Quem injuriar outra pessoa, imputando-lhe factos, mesmo sob a forma de suspeita, ou dirigindo-lhe palavras, ofensivas da sua honra ou consideração, é punido com pena de prisão até três meses ou com pena de multa até 120 dias.» (n.º 1)
Artigo 183.º do Código Penal («Publicidade e calúnia»):
«1 - Se nos casos dos crimes previstos no artigo 180.º, 181.º e artigo 182.º,
(a) A ofensa for praticada através de meios ou em circunstâncias que facilitem a sua divulgação ou
(b) Tratando-se da imputação de factos, se averiguar que o agente conhecia a falsidade da imputação;
As penas da difamação ou da injúria são elevadas de um terço nos seus limites mínimos e máximo.
2 - Se o crime for cometido através de meio de comunicação social, o agente é punido com pena de prisão até dois anos ou com pena de multa não inferior a 120 dias.»
As afirmações publicadas não só têm os seus autores devidamente identificados sem que tenham, até ao momento, negado e demonstrado que não são essas pessoas, como têm por destinatários pessoas claramente identificadas e que se identificaram desde o início da contróvérsia.
Não estamos perante comentários ameaçadores anónimos como os que tantas vezes aparecem nos meios de comunicação de expansão nacional sobre, por exemplo, personalidades públicas, que também deveriam ser controlados pelos mesmos meios de comunicação social.
Neste caso, as ameaças e as injúrias têm um elevado grau de probabilidade de serem concretizadas pelo que adquirem uma gravidade muito mais pesada.
Justifica-se, assim, se os ofendidos o entenderem, a apresentação da competente queixa. Mas também é legítimo ter o entendimento de que, a avaliar pelo grau de publicidade do potencial crime, deve efectivar-se uma intervenção autónoma das autoridades.
Portanto...
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
Fernando Costa é que não gostou...
... da decisão anunciada pelo novo primeiro-ministro de não nomear mais governadores civis, ao que consta. Impossibilitdo de cumprir novo mandato à frente da Câmara e não tendo figurado na lista de candidatos a deputados pelo PSD, Fernando Costa apostava na nomeação como governador civil de Leiria.
Perante esta impossibilidade, há um diga que Fernando Costa gostaria de outra nomeação qualquer mas, no domínio autárquico, tem um concorrente de peso - Fernando Ruas, o presidente da Câmara de Viseu, que é também presidente da Associação Nacional de Municípios. Nisto, a única vantagem que Fernando Costa tem é ser mais autêntico: não pinta o cabelo, como Ruas...
Perante esta impossibilidade, há um diga que Fernando Costa gostaria de outra nomeação qualquer mas, no domínio autárquico, tem um concorrente de peso - Fernando Ruas, o presidente da Câmara de Viseu, que é também presidente da Associação Nacional de Municípios. Nisto, a única vantagem que Fernando Costa tem é ser mais autêntico: não pinta o cabelo, como Ruas...
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Adeus, ò vai-te embora (continuação)
... Agora, são os governadores civis. Depois de o novo primeiro-ministro ter declarado que não faria novas nomeações, os 18 apresentaram a demissão. Podem ir-se embora à vontade, que não fazem cá falta nenhuma.
terça-feira, 21 de junho de 2011
Para que conste, acreditando no bom senso do "Jornal das Caldas"...
Carta dirigida hoje por e-mail ao senhor director do "Jornal das Caldas" sobre a polémica dos foguetes:
«Exmo. Senhor
Director do "Jornal das Caldas"
Permito-me, por este meio, chamar a atenção de V. Exa. para o que me parecem ser opções incorrectas desse órgão de comunicação social na notícia publicada on line identificada em epígrafe.
Estão - e disso já me fiz directamente eco - a ser publicados apelos directos a actos e atitudes de violência por parte de pessoas cuja identificação nem sequer é segura. Esses apelos à violência e essas ameaças acabam por visar pessoas que estão identificadas desde o início ou pessoas que não se percebe se têm alguma coisa a ver com a polémica ou não. É uma situação prevista e punida pelo Código Penal e pela legislação aplicada à Imprensa. E no caso de os autores dessas ameaças não serem identificados, cabe ao jornal que V. Exa. dirige a responsabilidade penal e cível pelo que publica.
Espero, senhor Director, que a situação possa ser rapidamente corrigida ou eu próprio tomarei a iniciativa de apresentar fundamentada queixa às autoridades, a começar pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).
Quero, finalmente, dizer que mantenho o meu anonimato e a minha intervenção e que qualquer tipo de ameaça ou atentado à integridade física de qualquer pessoa, falsamente identificada no Jornal das Caldas como sendo eu, é da exclusiva responsabilidade desse órgão de comunicação social e de V. Exa.
Cumprimentos.»
«Exmo. Senhor
Director do "Jornal das Caldas"
Permito-me, por este meio, chamar a atenção de V. Exa. para o que me parecem ser opções incorrectas desse órgão de comunicação social na notícia publicada on line identificada em epígrafe.
Estão - e disso já me fiz directamente eco - a ser publicados apelos directos a actos e atitudes de violência por parte de pessoas cuja identificação nem sequer é segura. Esses apelos à violência e essas ameaças acabam por visar pessoas que estão identificadas desde o início ou pessoas que não se percebe se têm alguma coisa a ver com a polémica ou não. É uma situação prevista e punida pelo Código Penal e pela legislação aplicada à Imprensa. E no caso de os autores dessas ameaças não serem identificados, cabe ao jornal que V. Exa. dirige a responsabilidade penal e cível pelo que publica.
Espero, senhor Director, que a situação possa ser rapidamente corrigida ou eu próprio tomarei a iniciativa de apresentar fundamentada queixa às autoridades, a começar pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC).
Quero, finalmente, dizer que mantenho o meu anonimato e a minha intervenção e que qualquer tipo de ameaça ou atentado à integridade física de qualquer pessoa, falsamente identificada no Jornal das Caldas como sendo eu, é da exclusiva responsabilidade desse órgão de comunicação social e de V. Exa.
Cumprimentos.»
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Quem é a seguir?
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Pode-se vender uma coisa sem saber nada sobre ela?
Na "Gazeta", sem link, aparece um anúncio a pedir um "Gestor loja de vinhos". Pede-se que quem se candidate tenha "bons conhecimentos de informática como utilizador", "inglês fluente falado e escrito", "sexo masculino" (já agora: a legislação portuguesa proíbe esta discriminação) e "idade entre 30 a 45 anos", sendo o local de trabalho indicado o Bombarral. Estranhamente, não se exigem conhecimentos sobre o sector vitivinícola e sobre vinhos. Isto não augura um resultado muito frutuoso para uma empresa de vinhos que não precisa de um gestor que saiba… de vinhos.
Turismo: a prática e a teoria
Apetece, em primeiro lugar, repetir o que já aqui escrevi. Mas a importância do assunto convida ao pormenorizar.
Trata-se, neste caso, de mais uma das inclassificáveis revistecas de publicidade publicadas juntamente com o semanário "Expresso" por essa coisa bizarra que dá pelo nome de Turismo do Oeste e que mantém como lema uma alusão ao título de um livro de guerra ("A Oeste Nada de Novo", de Erich Maria Remarque): "A Oeste tudo de novo".
O mau gosto da coisa é aterrador. A concepção gráfica é um susto, o papel é do mais pobrezinho que há, as informações úteis estão reduzidas à publicidade (paga?...) e aos hotéis com golfe, as fotografias são más (um pedaço de costa indistinta é a praia do Bom Sucesso com a praia da Foz do Arelho) e os "programas" propostos aos hipotéticos visitantes do "Oeste" desta gente ficam pela informação mais básica.
Se a Turismo do Oeste só serve para isto, talvez fosse conveniente repensar melhor a sua função. Porque não há turismo que cá venha com uma prática reiterada destas. Nem, talvez, com a teoria.
Por coincidência, a "Gazeta das Caldas" desta semana publica (sem link) declarações, com um mês, do ex-vereador da Câmara das Caldas, Jorge Mangorrinha, que preside a uma estrutura que deve ser tão relevante como a Turismo da Oeste: a Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal. Magorrinha, arquitecto doutorado, derrama alguma teoria e até vem a propósito reter uma das suas afirmações: "A inovação no turismo tanto se aplica às empresas como às cidades, por exemplo. Para ambas sobreviverem num mercado turístico global, devem adaptar-se às mudanças, devem inovar e ser criativas." E aplica-se, nem de propósito, às entidades estatais encarregues de promover o turismo que, a avaliar pela Turismo do Oeste, bem precisavam de inovar e de ser criativas…
Trata-se, neste caso, de mais uma das inclassificáveis revistecas de publicidade publicadas juntamente com o semanário "Expresso" por essa coisa bizarra que dá pelo nome de Turismo do Oeste e que mantém como lema uma alusão ao título de um livro de guerra ("A Oeste Nada de Novo", de Erich Maria Remarque): "A Oeste tudo de novo".
O mau gosto da coisa é aterrador. A concepção gráfica é um susto, o papel é do mais pobrezinho que há, as informações úteis estão reduzidas à publicidade (paga?...) e aos hotéis com golfe, as fotografias são más (um pedaço de costa indistinta é a praia do Bom Sucesso com a praia da Foz do Arelho) e os "programas" propostos aos hipotéticos visitantes do "Oeste" desta gente ficam pela informação mais básica.
Se a Turismo do Oeste só serve para isto, talvez fosse conveniente repensar melhor a sua função. Porque não há turismo que cá venha com uma prática reiterada destas. Nem, talvez, com a teoria.
Por coincidência, a "Gazeta das Caldas" desta semana publica (sem link) declarações, com um mês, do ex-vereador da Câmara das Caldas, Jorge Mangorrinha, que preside a uma estrutura que deve ser tão relevante como a Turismo da Oeste: a Comissão Nacional do Centenário do Turismo em Portugal. Magorrinha, arquitecto doutorado, derrama alguma teoria e até vem a propósito reter uma das suas afirmações: "A inovação no turismo tanto se aplica às empresas como às cidades, por exemplo. Para ambas sobreviverem num mercado turístico global, devem adaptar-se às mudanças, devem inovar e ser criativas." E aplica-se, nem de propósito, às entidades estatais encarregues de promover o turismo que, a avaliar pela Turismo do Oeste, bem precisavam de inovar e de ser criativas…
domingo, 19 de junho de 2011
Lixo
É possível que estas coisas seja mais baratas e que chamem mais gente para as festas anunciadas do que os cartazes e outros meios adicionais que, se calha, até poderão ter custos já fixos que isto não tem.
Mas, nestes como em muitos outros casos, anunciados com plásticos impressos, cartões mal escritos, pedaços de madeira rabiscados, estamos perante actividades pura e simplesmente comerciais, cujos promotores recorrem a este tipo de publicidade sem, depois, a recolherem.
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Ò António José Seguro, não seja demagogo!...
António José Seguro, segundo conta aqui a "Gazeta das Caldas", vive nesta cidade há dez anos. Esta particularidade levou-o, em má hora, a dizer que quando tem tempo gosta de ir à Foz do Arelho "recarregar energias”.
Mais valia estar calado porque nos lembramos bem de não se ouviram palavras nem se viram actos de António José Seguro a contribuir para resolver a crise da "aberta" e a morte iminente da praia da Foz do Arelho. Nem, mais recentemente, se ouviu dele alguma coisa relativamente ao assoreamento da Lagoa de Óbidos.
António José Seguro, que ainda será o melhor secretário-geral que o PS pode ter nas actuais circunstâncias, não precisa de enveredar pela demagogia para se afirmar.
Mais valia estar calado porque nos lembramos bem de não se ouviram palavras nem se viram actos de António José Seguro a contribuir para resolver a crise da "aberta" e a morte iminente da praia da Foz do Arelho. Nem, mais recentemente, se ouviu dele alguma coisa relativamente ao assoreamento da Lagoa de Óbidos.
António José Seguro, que ainda será o melhor secretário-geral que o PS pode ter nas actuais circunstâncias, não precisa de enveredar pela demagogia para se afirmar.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Umas vezes é Álvaro, outras vezes é Carlos.
E outras vezes é Freitas mas assina Baltazar. Será desdobramento de personalidade? Se for, é grave. Mas tem tratamento.
E aí está o sucessor de Fernando Costa: Hugo Oliveira
O vereador Hugo Oliveira, que é publicamente mais conhecido pelo empenho que põe nas festividades balneares da Foz do Arelho é - já não pode haver margem para dúvidas - o sucessor de Fernando Costa, o actual presidente da Câmara Municipal.
O lançamento do seu próprio site, por sinal bem concebido, é a demonstração de que Hugo Oliveira está na corrida ou, melhor ainda, talvez nem precise de entrar nela. Delfim fiel de Fernando Costa, não iria lançar esta iniciativa, com a leitura que não pode deixar de ter, sem "luz verde", mesmo que discreta, do actual presidente.
Quanto à vereadora Maria da Conceição, que talvez fosse uma candidata à presidência da Câmara mais abrangente, parece ter trocado, definitivamente, a Câmara pela Assembleia da República (onde, pelo menos, não se esqueceu da sua região).
Contas feitas, talvez Hugo Oliveira seja uma solução de continuidade minimamente adequada...
O lançamento do seu próprio site, por sinal bem concebido, é a demonstração de que Hugo Oliveira está na corrida ou, melhor ainda, talvez nem precise de entrar nela. Delfim fiel de Fernando Costa, não iria lançar esta iniciativa, com a leitura que não pode deixar de ter, sem "luz verde", mesmo que discreta, do actual presidente.
Quanto à vereadora Maria da Conceição, que talvez fosse uma candidata à presidência da Câmara mais abrangente, parece ter trocado, definitivamente, a Câmara pela Assembleia da República (onde, pelo menos, não se esqueceu da sua região).
Contas feitas, talvez Hugo Oliveira seja uma solução de continuidade minimamente adequada...
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Para ilustração dos meus leitores e aviso a alguns obcecados que por aí andam
Esta história de perseguição é interessante. É de atentar nos crimes elencados: denúncia caluniosa, gravações e fotografias ilícitas, coacção agravada na forma tentada, ameaça na forma continuada e perturbação da vida privada. Nada que um simples licenciado em Direito não compreenda, quanto mais um advogado...
Vejam bem como eles gastam o nosso dinheiro...
Este site, com o nome de Despesa Pública, mostra pormenorizadamente como o Estado gasta o nosso dinheiro, às vezes da maneira mais estranha mas sempre sem grandes problemas de poupança. Vejam... e indignem-se.
E, já agora, não se esqueçam de quem é que tem estado no Governo.
E, já agora, não se esqueçam de quem é que tem estado no Governo.
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