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sexta-feira, 13 de abril de 2012
Um monumento ao mau gosto
Como nem toda a gente consegue perceber a ironia, vamos falar muito a sério: este bocado árido de terreno na Estrada Atlântica, sem qualquer protecção contra o sol e contra os escapes dos automóveis, com três mesas desconfortáveis e alguns bancos ainda mais desconfortáveis, onde não se soltará nenhuma criança porque nunca se sabe se elas podem correr de repente para a estrada e com um conjunto de cores absolutamente piroso, é um monumento foleiro ao mau gosto e uma inutilidade que deveria fazer envergonhar os residentes do local e da freguesia onde a coisa foi feita.
Este grotesco "parque de merendas" devia ser objecto de estudo na ESAD, como amostra do que não se deve fazer. Mas é natural que, como a restante elite das Caldas que não sabe o que existe fora da cidade, os artistas e os sábios da ESAD desconheçam a coisa.
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Vende-se
O letreiro lá está, neste magnífico "parque de merendas" à beira da Estrada Atlântica: parece que está para venda. Dá para meter mais uma roulote, como aquela que está ilegalmente pousada no miradouro. Ou mesmo duas. Será essa a ideia? E quanto é que vale? Hei-de telefonar a perguntar...
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Não sei o que hei-de pensar desta coincidência...
... mas o certo é que sempre que me refiro ao maravilhoso presidente da Junta de Freguesia da Serra do Bouro/representante dos investidores no empreendimento turístico previsto no Plano de Pormenor da Estrada Atlântica me aparece o mesmo tipo de insultos, com o mesmo tipo de palavreado e sempre anónimos (mas oriundos do mesmo endereço de IP).
Quem será o seu autor?
Quem será o seu autor?
sábado, 5 de novembro de 2011
Linha do Oeste: eles a darem-lhe e a burra a fugir-lhes
A "Gazeta", o "Jornal das Caldas" e o "Mais Oeste" derramam páginas contestatárias ao decretar do óbito da Linha do Oeste. Mas nem uma palavra sobre as dagragens que o CDS e Duarte Nuno prometeram para o mês passado na Lagoa de Óbidos. Esta gente devia sair mais vezes...
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Lagoa de Óbidos
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
"Dá-nos tudo o que tens" - uma má ideia de marketing...
O que suponho dever ser um centro de explicações (pode haver uma designação melhor mas esta nem é desprimorosa) apresenta - na sua sede - um painel com o seguinte anúncio às suas actividades: "Dá-nos tudo o que tens - Nós damos-te uma ajuda".
É uma má ideia, dar "uma ajuda" em troca de "tudo" o que podem ter os alunos e as famílias com necessidade de estudo acompanhado, sugerindo, ao mesmo tempo, que os preços são tão altos que... é melhor nem ir lá.
É uma má ideia, dar "uma ajuda" em troca de "tudo" o que podem ter os alunos e as famílias com necessidade de estudo acompanhado, sugerindo, ao mesmo tempo, que os preços são tão altos que... é melhor nem ir lá.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Uma crítica à gerência da discoteca Greenhill
Um leitor que não se identifica deixou um comentário, sobre a gerência da discoteca Greenhill e o fornecimento de bens a serviços, alertando: "(...) Cuidado com os fornecimentos e prestação de serviços a estes senhores. Trabalhar com eles só a "pronto pagamento" (...)".
Contendo o comentário acusações porventura justas, que no entanto não são acompanhadas de elementos concretos, opto por não o publicar.
Contendo o comentário acusações porventura justas, que no entanto não são acompanhadas de elementos concretos, opto por não o publicar.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Real Punjab: fechado
Elogiei, pela qualidade, e critiquei, pelo serviço, o restaurante Real Punjab. Já não existe. Sinal dos tempos?
terça-feira, 28 de junho de 2011
Mistério
O(s) que me ataca(m) critica(m)-me por eu não revelar a minha identidade sem, no entanto, dar(em) a cara e o verdadeiro nome e sem refutar(em) o que eu afirmo. Porquê? Porquê, senhor presidente da Junta?...
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Pode-se vender uma coisa sem saber nada sobre ela?
Na "Gazeta", sem link, aparece um anúncio a pedir um "Gestor loja de vinhos". Pede-se que quem se candidate tenha "bons conhecimentos de informática como utilizador", "inglês fluente falado e escrito", "sexo masculino" (já agora: a legislação portuguesa proíbe esta discriminação) e "idade entre 30 a 45 anos", sendo o local de trabalho indicado o Bombarral. Estranhamente, não se exigem conhecimentos sobre o sector vitivinícola e sobre vinhos. Isto não augura um resultado muito frutuoso para uma empresa de vinhos que não precisa de um gestor que saiba… de vinhos.
sábado, 4 de junho de 2011
Ainda sobre o problema das fitas de plástico deixadas pelos BTTs
Ainda sobre este assunto, vale a pena registar mais duas intervenções dignas de nota, deixando nos comentários as opiniões de quem não gostou que eu me tivesse referido ao assunto.
O meu leitor que assina como Zé das Caldas fez o seguinte comentário, que é muito relevante:
«Admito que a “censura pública” tenha sido extemporânea. Porém, convenhamos que, apesar dos 75 km de extensão do percurso, 3 dias para a limpeza do mesmo é algo excessivo. Não custava nada se houvesse dois atletas “vassoura” que no próprio momento, para além de darem apoio aos últimos, iam retirando as famigeradas fitas…
A extemporaneidade da “censura pública” dá-se porque não é raro que organizações (?) similares tenham comportamentos que deixam muito a desejar à natureza… se percorrerem um pouco aqueles caminhos vão ver imensas fitas já sem cor face aos meses que ali estão…
Todavia, há que reconhecer que esta organização demonstrou que está ao lado e em defesa da natureza em geral, e da sua região em particular. Desde logo, quando no seu regulamento, no Artigo 30º, diz o seguinte: Todas as práticas e condutas impróprias com o meio ambiente e a natureza, serão punidas com a desclassificação do atleta. Depois, não só recolheu todas as fitas e garrafas dos abastecimentos, como também outros objectos colocados ali sorrateiramente pela calada da noite naqueles caminhos por, esses sim, energúmenos e gente sem escrúpulos…Quanto ao BTT ser um desporto ecológico e praticado por amantes da natureza, não tenho dúvidas no desporto, mas já quanto aos praticantes, tenho alguma dúvidas… Quanto aos cerca de 5oo participantes, não é bem assim. segundo a classificação, participaram 260 atletas. Dizer também, que o valor das inscrições foram 12 €, o que, convenhamos, não foram propriamente baratas! Vá lá, do mal o menos, ficámos a saber que uma parte (?) reverteu a favor duma instituição de solidariedade social! Os meus parabéns por isso!»
A empresa que cedeu as fitas, a Polisport, respondeu o seguinte ao contacto que com ela efectuei na quarta-feira, três dias depois da prova de BTT e quando as fitas ainda estavam onde as tinham posto:
«Agradeço desde já o vosso contacto e alerta.
De facto, no ano de 2010 recebemos algumas denúncias da não remoção da Fita Polisport após a sua utilização em eventos.
Por forma a resolver este problema, em 2011, mudamos o grafismo da nossa fita, para conseguirmos um melhor controlo face à antiga e obrigamos qualquer instituição ou entidade a quem oferecemos a fita, como apoio, a assinar uma declaração em como se compromete a remover a mesma nos 7 dias posteriores ao evento.
É facto que não é a empresa Polisport que coloca as fitas, pois se fossemos, era certo que iriamos remover.
Compreenda a nossa posição, oferecemos a fita como forma de apoio às equipas e organizações, e depois fica a Polisport com a sua imagem denegrida.
Por outro lado qualquer loja nossa pode vender a fita, e qualquer pessoa a pode utilizar em qualquer local ou altura sendo que perdemos, obviamente este controlo.
Desta forma gostaria de lhe pedir o seguinte, uma vez que esta fita é da antiga, é possível ajudar-nos a descobrir quem poderá ter colocado a mesma, para que os possamos contactar directamente e exigir a remoção da fita?»
Prestada a informação, a Polisport acrescentou mais tarde:
«Tal como já conversado por e-mail, a Polisport já se organizou para a organização proceder à remoção das fitas.Queira por favor acrescentar essa informação no blog.»
Três constatações:
1 - Tal como sugere, e bem, o leitor Zé das Caldas, o mais prático seria que as fitas fossem retiradas imediatamente após a prova, o que nem parece uma missão impossível.
2 - Na quarta-feira, as fitas ainda estavam onde tinham sido postas.
3 - As fitas só começaram a ser retiradas depois da minha intervenção e do contacto que fiz com a Polisport.
O meu leitor que assina como Zé das Caldas fez o seguinte comentário, que é muito relevante:
«Admito que a “censura pública” tenha sido extemporânea. Porém, convenhamos que, apesar dos 75 km de extensão do percurso, 3 dias para a limpeza do mesmo é algo excessivo. Não custava nada se houvesse dois atletas “vassoura” que no próprio momento, para além de darem apoio aos últimos, iam retirando as famigeradas fitas…
A extemporaneidade da “censura pública” dá-se porque não é raro que organizações (?) similares tenham comportamentos que deixam muito a desejar à natureza… se percorrerem um pouco aqueles caminhos vão ver imensas fitas já sem cor face aos meses que ali estão…
Todavia, há que reconhecer que esta organização demonstrou que está ao lado e em defesa da natureza em geral, e da sua região em particular. Desde logo, quando no seu regulamento, no Artigo 30º, diz o seguinte: Todas as práticas e condutas impróprias com o meio ambiente e a natureza, serão punidas com a desclassificação do atleta. Depois, não só recolheu todas as fitas e garrafas dos abastecimentos, como também outros objectos colocados ali sorrateiramente pela calada da noite naqueles caminhos por, esses sim, energúmenos e gente sem escrúpulos…Quanto ao BTT ser um desporto ecológico e praticado por amantes da natureza, não tenho dúvidas no desporto, mas já quanto aos praticantes, tenho alguma dúvidas… Quanto aos cerca de 5oo participantes, não é bem assim. segundo a classificação, participaram 260 atletas. Dizer também, que o valor das inscrições foram 12 €, o que, convenhamos, não foram propriamente baratas! Vá lá, do mal o menos, ficámos a saber que uma parte (?) reverteu a favor duma instituição de solidariedade social! Os meus parabéns por isso!»
A empresa que cedeu as fitas, a Polisport, respondeu o seguinte ao contacto que com ela efectuei na quarta-feira, três dias depois da prova de BTT e quando as fitas ainda estavam onde as tinham posto:
«Agradeço desde já o vosso contacto e alerta.
De facto, no ano de 2010 recebemos algumas denúncias da não remoção da Fita Polisport após a sua utilização em eventos.
Por forma a resolver este problema, em 2011, mudamos o grafismo da nossa fita, para conseguirmos um melhor controlo face à antiga e obrigamos qualquer instituição ou entidade a quem oferecemos a fita, como apoio, a assinar uma declaração em como se compromete a remover a mesma nos 7 dias posteriores ao evento.
É facto que não é a empresa Polisport que coloca as fitas, pois se fossemos, era certo que iriamos remover.
Compreenda a nossa posição, oferecemos a fita como forma de apoio às equipas e organizações, e depois fica a Polisport com a sua imagem denegrida.
Por outro lado qualquer loja nossa pode vender a fita, e qualquer pessoa a pode utilizar em qualquer local ou altura sendo que perdemos, obviamente este controlo.
Desta forma gostaria de lhe pedir o seguinte, uma vez que esta fita é da antiga, é possível ajudar-nos a descobrir quem poderá ter colocado a mesma, para que os possamos contactar directamente e exigir a remoção da fita?»
Prestada a informação, a Polisport acrescentou mais tarde:
«Tal como já conversado por e-mail, a Polisport já se organizou para a organização proceder à remoção das fitas.Queira por favor acrescentar essa informação no blog.»
Três constatações:
1 - Tal como sugere, e bem, o leitor Zé das Caldas, o mais prático seria que as fitas fossem retiradas imediatamente após a prova, o que nem parece uma missão impossível.
2 - Na quarta-feira, as fitas ainda estavam onde tinham sido postas.
3 - As fitas só começaram a ser retiradas depois da minha intervenção e do contacto que fiz com a Polisport.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
«O plástico fica para trás e o ambiente que se lixe»
O senhor João Manuel, que se identificou por e-mail, enviou uma resposta a esta minha nota que aqui se publica com igual destaque e apesar dos termos empregues:
«Estas fitas foram colocadas para marcar um percurso de BTT (desporto ecológico), praticado por amantes da natureza, e organizado por pessoas que querem divulgar as belezas naturais da nossa região. A prova realizou-se no Domingo 29-5 e teve uma extensão de 80 Km. Aquando da marcação, em várias situações retirámos lixo depositado no percurso, porque não quisemos que os participantes da prova que se deslocam de vários pontos do País tomassem conhecimento de alguns atentados que se fazem aqui nas nossas matas. Começámos a retirar todas as marcações na segunda-feira 30-5, mas dada a extensão da prova esta tarefa só foi integralmente concluída na 4ª feira cerca das 23.30h. A sua "censura pública" foi extemporânea, desnecessária, caluniosa e reveladora de uma ausência completa de conhecimento do que está a comentar. Apenas demonstra vontade de "maldizer" - Nunca contactou a organização do referido evento, para se informar antes de caluniar! O nosso comportamento em relação à limpeza do percurso foi EXEMPLAR! A "Gente"( utilizando os seus termos) que organizou a prova doou parte da receita à instituição «Acreditar» que apoia/cuida de crianças vitimas de cancro. A Empresa (Polisport) que nos apoiou nesta organização, fê-lo com o nosso compromisso, de que o percurso ficaria totalmente limpo num prazo de 4 dias, tarefa que cumprimos com brio! Teremos todo o prazer em que nos acompanhe nestes 80km, quando mais lhe convier a fim de verificar a veracidade do que aqui escrevemos. Atenciosamente BTTeimosos.»
Espero que sim, que os plásticos tenham sido todos retirados. A cor vermelha foi escolhida em função do tom irado da resposta.
[Já depois de publicada esta nota, e de o ter comunicado ao senhor João Manuel, este acrescentou o seguinte, por e-mail, que se reproduz na íntegra: «Agradeço a sua Resposta, no entanto acredite que o tom jucoso da mesma não me tira do sério, no entanto só me parece que o Senhor se excedeu na critica, só a aceitava se tirasse a fotografia oito ou quinze dias depois da data do evento, no entanto e como tenho a certeza que o Senhor nunca fez parte de uma organização fosse do que fosse, vou explicar-he uma coisa:
Começamos a organizar o evento em Dezembro de 2010, na semana que antecedeu o dia 29 passamos 4 noites seguidas quase sem dormir para termos tudo em condições para poder receber os cerca de 500 participantes, na segunda- feira começamos a limpar o terreno,se fizer o percurso na integra vai ver que não encontra por exemplo uma garrafa de água no chão e foram consumidas cerca de 2000, porque uma coisa que tenho a certeza é de que preservo muito mais a natureza que o senhor porque disfruto dela e quero que os meus filhos tambem o façam, quanto ao Senhor dá-me ideia que só a utiliza para escrever no seu blog para criar mau estar nas pessoas. O tom baixo e gozão com que escreveu no seu blog só demonstra tratar-se de um individuo de baixo caracter e acredite que não me tira o sono.»]
«Estas fitas foram colocadas para marcar um percurso de BTT (desporto ecológico), praticado por amantes da natureza, e organizado por pessoas que querem divulgar as belezas naturais da nossa região. A prova realizou-se no Domingo 29-5 e teve uma extensão de 80 Km. Aquando da marcação, em várias situações retirámos lixo depositado no percurso, porque não quisemos que os participantes da prova que se deslocam de vários pontos do País tomassem conhecimento de alguns atentados que se fazem aqui nas nossas matas. Começámos a retirar todas as marcações na segunda-feira 30-5, mas dada a extensão da prova esta tarefa só foi integralmente concluída na 4ª feira cerca das 23.30h. A sua "censura pública" foi extemporânea, desnecessária, caluniosa e reveladora de uma ausência completa de conhecimento do que está a comentar. Apenas demonstra vontade de "maldizer" - Nunca contactou a organização do referido evento, para se informar antes de caluniar! O nosso comportamento em relação à limpeza do percurso foi EXEMPLAR! A "Gente"( utilizando os seus termos) que organizou a prova doou parte da receita à instituição «Acreditar» que apoia/cuida de crianças vitimas de cancro. A Empresa (Polisport) que nos apoiou nesta organização, fê-lo com o nosso compromisso, de que o percurso ficaria totalmente limpo num prazo de 4 dias, tarefa que cumprimos com brio! Teremos todo o prazer em que nos acompanhe nestes 80km, quando mais lhe convier a fim de verificar a veracidade do que aqui escrevemos. Atenciosamente BTTeimosos.»
Espero que sim, que os plásticos tenham sido todos retirados. A cor vermelha foi escolhida em função do tom irado da resposta.
[Já depois de publicada esta nota, e de o ter comunicado ao senhor João Manuel, este acrescentou o seguinte, por e-mail, que se reproduz na íntegra: «Agradeço a sua Resposta, no entanto acredite que o tom jucoso da mesma não me tira do sério, no entanto só me parece que o Senhor se excedeu na critica, só a aceitava se tirasse a fotografia oito ou quinze dias depois da data do evento, no entanto e como tenho a certeza que o Senhor nunca fez parte de uma organização fosse do que fosse, vou explicar-he uma coisa:
Começamos a organizar o evento em Dezembro de 2010, na semana que antecedeu o dia 29 passamos 4 noites seguidas quase sem dormir para termos tudo em condições para poder receber os cerca de 500 participantes, na segunda- feira começamos a limpar o terreno,se fizer o percurso na integra vai ver que não encontra por exemplo uma garrafa de água no chão e foram consumidas cerca de 2000, porque uma coisa que tenho a certeza é de que preservo muito mais a natureza que o senhor porque disfruto dela e quero que os meus filhos tambem o façam, quanto ao Senhor dá-me ideia que só a utiliza para escrever no seu blog para criar mau estar nas pessoas. O tom baixo e gozão com que escreveu no seu blog só demonstra tratar-se de um individuo de baixo caracter e acredite que não me tira o sono.»]
domingo, 29 de maio de 2011
Caça ao melro: um teste aos caçadores
Por motivos que se desconhecem (e esta notícia é suficientemente esclarecedora quanto à estranha origem da decisão), já é possível caçar melros. Poderá haver melros a mais (e há-os, em sentido figurado) e podem ser um grande petisco (sê-lo-ão?) mas fico a olhar para estas simpáticas aves, que me andam pelo quintal e pelas terras vizinhas, e fico surpreendido com a decisão. Com as próprias estruturas dos caçadores a dizerem que a matança não se justifica, vale a ocasião como um verdadeiro teste aos praticantes da caça: poupem-nos e não mostrem que andem por aí armados para poderem matar tudo o que se mexe...
quarta-feira, 25 de maio de 2011
A propósito, ainda, dos foguetes na Serra do Bouro: dois documentos importantes
Ao protesto inicial de um residente na freguesia da Serra do Bouro sobre o excesso de foguetes por ocasião das festas da freguesia (como aqui contámos), respondeu o presidente da respectiva Junta de Freguesia/representante dos investidores no empreendimento turístico do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica, Álvaro Baltazar Jerónimo, com uma carta num tom rebarbativo e francamente desajustado.
E o residente, o senhor Mário Rocha, deu-lhe réplica. Educadamente e tocando nos pontos essenciais.
Os dois documentos estão à disposição dos nossos leitores aqui. E são muito esclarecedores.
A eles voltaremos, no entanto, nomeadamente no que à segurança diz respeito, que não parece ter sido suficientemente assegurada.
E o residente, o senhor Mário Rocha, deu-lhe réplica. Educadamente e tocando nos pontos essenciais.
Os dois documentos estão à disposição dos nossos leitores aqui. E são muito esclarecedores.
A eles voltaremos, no entanto, nomeadamente no que à segurança diz respeito, que não parece ter sido suficientemente assegurada.
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Ainda os foguetes da Serra do Bouro
A polémica de que aqui dei conta sobre o excesso de foguetes que terá sido lançado durante as festividades na Serra do Bouro teve desenvolvimento na edição "on line" do "Jornal das Caldas" (aqui), onde o morador que se queixou foi acusado de ser o autor deste blog... por alguém que, como muitos dos comentários que cá chegam quando me refiro ao admirável presidente da respectiva Junta de Freguesia/representante dos investidores no empreendimento turístico do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica, assina como Anti-Manguito.
Posso garantir que não sou o autor da queixa, Mário Rocha, e, pelo que li, não posso deixar de elogiar as considerações que faz sobre aquilo de que a sua freguesia ainda necessita. E de estender o meu elogio às considerações de Anna Rocha, sua esposa, que deviam merecer ponderação atenta por parte de quem defende o disparo bélico de foguetes, a música ensurdecedora e a recolha aleatória de fundos de que não se prestam contas como factores de progresso. Como será o caso do Robert Thomas que se junta à polémica "on line" e que parece prezar tanto os foguetes como a bosta das vacas nas ruas.
Posso garantir que não sou o autor da queixa, Mário Rocha, e, pelo que li, não posso deixar de elogiar as considerações que faz sobre aquilo de que a sua freguesia ainda necessita. E de estender o meu elogio às considerações de Anna Rocha, sua esposa, que deviam merecer ponderação atenta por parte de quem defende o disparo bélico de foguetes, a música ensurdecedora e a recolha aleatória de fundos de que não se prestam contas como factores de progresso. Como será o caso do Robert Thomas que se junta à polémica "on line" e que parece prezar tanto os foguetes como a bosta das vacas nas ruas.
sábado, 30 de abril de 2011
Poucos foguetes, muitas caralhadas
As festas da Serra do Bouro estão fraquitas, este ano. Os foguetes são poucos e mal se dá por eles e só a música é que se impõe. Com uma grande percentagem de caralhadas em muitas das canções, que devem ter sido cuidadosamente seleccionadas por algum aficionado da música pimba.
Teria sido simpático que o maravilhoso presidente da Junta de Freguesia tivesse pedido um patrociniozito aos seus empregadores do empreendimento turístico do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica, para melhorar a coisa.
Teria sido simpático que o maravilhoso presidente da Junta de Freguesia tivesse pedido um patrociniozito aos seus empregadores do empreendimento turístico do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica, para melhorar a coisa.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Tecno-tretas
Junta de Freguesia da Foz do Arelho/posto de correios/Instituto do Emprego e Formação Profissional. E com uma funcionária muito simpática e muito amável (mas ligeiramente constipada).
O problema é o "posto móvel de internet", que serve para o IEFP, para as Finanças e... para fazer vista. Porque de imediato avisa que "não há sinal" e, como antes se dizia, a nada a besta se move.
Assim, não vale a pena. Cheira a "´Magalhães". Ou seja: tecno-tretas!
O problema é o "posto móvel de internet", que serve para o IEFP, para as Finanças e... para fazer vista. Porque de imediato avisa que "não há sinal" e, como antes se dizia, a nada a besta se move.
Assim, não vale a pena. Cheira a "´Magalhães". Ou seja: tecno-tretas!
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Um problema de merda... na piscina
Conta o "Jornal das Caldas", com cautelas de linguagem e sem link, que nas Piscinas Municipais "um utente terá defecado na água e os funcionários não terão dado conta do sucedido". Aparentemente, é a segunda vez que isso acontece, não esclarecendo a notícia se há suspeitas concretas embora talvez haja, a avaliar pela certeza de que foi "um utente".
Presumindo-se que haja algum tipo de vigilância, será de esperar que os funcionários possam distinguir se algum "utente" se agacha à beira da piscina para se aliviar ou se faz o "serviço" dentro de água, o que também deverá tornar visível a porcaria.
Não sei que tipo de penalização poderá ser aplicada ao porcalhão, ou porcalhona, mas talvez aprendesse alguma coisa se lhe pusessem a cara no "presente" que ofereceu aos restantes frequentadores das Piscinas Municipais.
Presumindo-se que haja algum tipo de vigilância, será de esperar que os funcionários possam distinguir se algum "utente" se agacha à beira da piscina para se aliviar ou se faz o "serviço" dentro de água, o que também deverá tornar visível a porcaria.
Não sei que tipo de penalização poderá ser aplicada ao porcalhão, ou porcalhona, mas talvez aprendesse alguma coisa se lhe pusessem a cara no "presente" que ofereceu aos restantes frequentadores das Piscinas Municipais.
terça-feira, 5 de abril de 2011
Gmail a passo de caracol
É impressão minha ou o Gmail está mesmo muito, mas muito, lento?
terça-feira, 15 de março de 2011
Os recenseadores dos Censos andam no terreno? Ainda não vi nenhum...
Garantiu a "Gazeta das Caldas" que os recenseadores dos Censos 2011 "andam no terreno" a distribuir os papéis da coisa desde há uma semana. É possível que andem. Mas não sei em que terrenos. Porque ainda não vi nenhum, nem no meu terreno, nem nos terrenos dos meus vizinhos nem por perto. E, cá por mim, não andam a distribuir papéis. Andam é aos papéis...
sábado, 5 de março de 2011
Peçam para aquecer os restaurantes em vez de fazerem "concursos" manhosos
Fui ontem a um restaurante com "nova gerência", onde comi bem uma coisa bem confeccionada, onde a decoração não horroriza e onde o atendimento foi muito simpático. Mas não o cito porque teria de acrescentar uma coisa bem desagradável: o ambiente estava gélido. Não havia aquecimento ligado e o salão, amplo, estava bem exposto ao frio que vinha do exterior.
Esta situação é, infelizmente, frequente e, no Inverno, afasta muito boa gente de restaurantes com algum mérito. Compreendo, como consumidor, os problemas do consumo da electricidade (mas já não compreendo, como em alguns casos, lareiras que só servem para enfeitar) e a falta de vontade em manter a casa quente quando a perspectiva de clientes é pobre. Mas entrar num restaurante e não tirar sequer o agasalho com que se vem da rua... é desolador e só dá vontade de regressar lá para Abril ou Maio.
Mais do que "concursos" manhosos, seria muito mais útil que as entidades privadas, públicas, assim-assim e "Silvas" especializados em "priapos" sensibilizassem os restaurantes a criarem ambientes mais acolhedores. Que o vejam como mais um investimento: alguém está disposto, por bem que se coma, a ir para um restaurante em pleno Inverno onde faz frio como na rua?
Esta situação é, infelizmente, frequente e, no Inverno, afasta muito boa gente de restaurantes com algum mérito. Compreendo, como consumidor, os problemas do consumo da electricidade (mas já não compreendo, como em alguns casos, lareiras que só servem para enfeitar) e a falta de vontade em manter a casa quente quando a perspectiva de clientes é pobre. Mas entrar num restaurante e não tirar sequer o agasalho com que se vem da rua... é desolador e só dá vontade de regressar lá para Abril ou Maio.
Mais do que "concursos" manhosos, seria muito mais útil que as entidades privadas, públicas, assim-assim e "Silvas" especializados em "priapos" sensibilizassem os restaurantes a criarem ambientes mais acolhedores. Que o vejam como mais um investimento: alguém está disposto, por bem que se coma, a ir para um restaurante em pleno Inverno onde faz frio como na rua?
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