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domingo, 25 de março de 2012
Tanta demagogia, dr. Fernando Costa!...
De vez em quando, Fernando Costa eructa verdadeiras "postas de pescada" de demagogia perfeitamente dispensáveis e desagradavelmente ofensivas, como se quisesse tomar-nos a todos por idiotas. Foi agora o caso do IMI. Para um presidente de câmara que promoveu e patrocinou um aumento dos preços da água para o dobro... mais valia estar calado ou rever a sua própria decisão.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Sete conclusões sobre a polémica em torno do desmantelamento do Hospital
Eis o que se pode concluir do pouco que se vai percebendo sobre o desmantelamento do Hospital das Caldas e sobre a confusão já instalada:
1- Há a intenção, por parte do Ministério da Saúde, de ter serviços hospitalares complementares em Caldas da Rainha e Torres Vedras. Os cinquenta quilómetros que separam as duas cidades podem, num mapa, parecer uma distância insignificante quando vistos de Lisboa mas se podem servir para certas urgências não servem para outros serviços que, verdadeiramente, deviam ser prestados nos centros de saúde e não nos hospitais.
2 - O presidente da Câmara, Fernando Costa, estava informado do projecto, ou das intenções, e quis aproveitar para negociar com o Ministério da Saúde, "trocando" parte do hospital das Caldas pelo Hospital Termal.
3 - A fuga de informação, aproveitando o folclore dos protestos do encerramento da Linha do Oeste, visou tornar a coisa mais fácil de ser aceite pela população e enfraquecer a posição de Fernando Costa, que ficou entalado entre as reivindicações da sua população e o diálogo com o Ministério da Saúde.
4 - O pouco que se sabe (apesar da extensa carta de intenções que o "Jornal das Caldas", e bem, divulgou) radicalizou as posições: a população não aceita "perder" o hospital (mesmo que, possivelmente, não o perca na realidade) mas não há ninguém que lhe diga o que é que pode ganhar em troca.
5 - Quanto aos partidos, estão de mãos atadas. O PSD, além de estar tolhido pelos objectivos de Fernando Costa, não tem informações suficientes para se pronunciar. O CDS está num limbo feito de "nim". O PS e o PCP já começaram aos gritos, como lhes compete, mas não só não têm informações como não querem contrapor nada, o que os torna - como já é costume - irrelevantes. O BE ainda anda fixado na Linha do Oeste mas já percebeu que tem neste tema um pasto farto para a sua "agitprop".
6 - A população, em geral, tem razões para estar preocupada mas, salvo algumas iniciativas desgarradas das elites da cidade, não encontra um interlocutor capaz de ouvir as suas queixas.
7 - Ou seja: nada de novo, a não ser o tema, e a mesma incapacidade de sempre em resolver alguma coisa.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Câmara das Caldas amiga do contribuinte...mas só até certo ponto
O "Jornal das Caldas" dá-nos uma boa nótícia (por enquanto sem link): a Câmara Municipal das Caldas quer reduzir as taxas de IMI e a de IRS e a derrama (que afecta das empresas) em 2012. O objectivo, segundo o seu presidente, é o de "reduzir a carga fiscal dos contribuintes", traduzindo-se a redução destes impostos numa diminuição de 1,6 milhões de euros nas receitas camarárias.
A Câmara das Caldas não está, felizmente, entre as mais vorazes do País nem, tão pouco, entre as autarquias que carregam há muito tempo com prejuízos bem pesados e pode fazê-lo, como tem acontecido de há alguns anos para cá.
O propósito é louvável mas há que acrescentar-lhe um comentário: só é pena que, nessa mesma perpectiva, não reduza a carga de taxas diversas que cai sobre a conta final da água nas facturas dos Serviços Municipalizados e que não parecem, realmente, servir para obras de manutenção da degradada infraestrutura de abastecimento de água do concelho.
A Câmara das Caldas não está, felizmente, entre as mais vorazes do País nem, tão pouco, entre as autarquias que carregam há muito tempo com prejuízos bem pesados e pode fazê-lo, como tem acontecido de há alguns anos para cá.
O propósito é louvável mas há que acrescentar-lhe um comentário: só é pena que, nessa mesma perpectiva, não reduza a carga de taxas diversas que cai sobre a conta final da água nas facturas dos Serviços Municipalizados e que não parecem, realmente, servir para obras de manutenção da degradada infraestrutura de abastecimento de água do concelho.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
O etarra das Caldas
Até pode ser que isto seja bom para o turismo!...
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Hugo Oliveira continua a sua campanha promocional...
... voltando-se agora para a Foz do Arelho e, de passagem, para a Lagoa de Óbidos. Esta semana é no "Mais Oeste" (download da edição impressa aqui), depois de ter estado no "Jornal das Caldas" há uma semana. O vereador (que devia fazer uma pequena dieta para reduzir a proeminência estomacal) já não esconde a sua vontade de ser o sucessor de Fernando Costa. Para a semana será na "Gazeta"?
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quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Começou a corrida Hugo Oliveira - Tinta Ferreira para a presidência da Câmara
Hugo Oliveira comanda as obras de "requalificação" da cidade que atingirão o seu clímax em 2013, ano das eleições autárquicas. E Tinta Ferreira comanda o plano de alargamento da rede de transportes públicos, que vão ligar o interior do concelho à cidade, também com 2013 como horizonte temporal.
A demarcação, e o ponto de partida, não podia ser mais clara e é interessante ver como o despique entre os dois vereadores se dispõe, em simultâneo no "Jornal das Caldas", aqui e aqui. Onde também se relata (sem link) o conflito interno na JSD, que deixou o actual presidente da Câmara, Fernando Costa, em choque com apoiantes de Hugo Oliveira.
Vai ser interessante, vai...
A demarcação, e o ponto de partida, não podia ser mais clara e é interessante ver como o despique entre os dois vereadores se dispõe, em simultâneo no "Jornal das Caldas", aqui e aqui. Onde também se relata (sem link) o conflito interno na JSD, que deixou o actual presidente da Câmara, Fernando Costa, em choque com apoiantes de Hugo Oliveira.
Vai ser interessante, vai...
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Uma imprensa e uma oposição unidas pelo medo? Ou pela distracção? Ou apenas por cobardia? Ou por ganharem alguma coisa?
Confesso que tinha alguma esperança em ver, ontem, no "Jornal das Caldas" e, hoje, na "Gazeta das Caldas" alguma informação sobre os gastos da Câmara Municipal de Caldas da Rainha na suas actividades de Verão.
E não porque fiz três perguntas nem, apenas, porque não me limitei a pô-las neste blog mas enviei-as, directamente, para uma parte da minha "mailing list". Que, por acaso, até tem suscitado reacções e respostas, directas, de algumas pessoas e entidades que contacto directamente.
A questão é, mais do que isso, extraordinariamente óbvia:
- A "animação de Verão" encolheu por não haver dinheiro... e era emblemática;
- O FozBus desapareceu... e prestava um serviço tímido a frequentadores da praia da Foz do Arelho, que até podia ser rentabilizado;
- A Festa Branca teve apoio camarário para se realizar porque, afinal, é mais importante do que tudo o resto.
Havia, e há, todos os motivos para perguntar: quanto dinheiro, e de que maneira, foi gasto pela Câmara nestas actividades?
Mas ninguém perguntou. A imprensa local ignorou o assunto. A oposição, que já deve ter perdido todas as esperanças de verdadeiramente ser oposição, fez o mesmo. E o presidente da Câmara e o seu vereador-delfim fizeram um manguito bem medido ao povo que os elegeu.
E isto acontece porquê? Medo? Distracção? Falta de iniciativa? Cobardia? Cumplicidade de quem ganha alguma coisa com o negócio? É difícil de perceber. Mas regista-se. E sem medo.
E não porque fiz três perguntas nem, apenas, porque não me limitei a pô-las neste blog mas enviei-as, directamente, para uma parte da minha "mailing list". Que, por acaso, até tem suscitado reacções e respostas, directas, de algumas pessoas e entidades que contacto directamente.
A questão é, mais do que isso, extraordinariamente óbvia:
- A "animação de Verão" encolheu por não haver dinheiro... e era emblemática;
- O FozBus desapareceu... e prestava um serviço tímido a frequentadores da praia da Foz do Arelho, que até podia ser rentabilizado;
- A Festa Branca teve apoio camarário para se realizar porque, afinal, é mais importante do que tudo o resto.
Havia, e há, todos os motivos para perguntar: quanto dinheiro, e de que maneira, foi gasto pela Câmara nestas actividades?
Mas ninguém perguntou. A imprensa local ignorou o assunto. A oposição, que já deve ter perdido todas as esperanças de verdadeiramente ser oposição, fez o mesmo. E o presidente da Câmara e o seu vereador-delfim fizeram um manguito bem medido ao povo que os elegeu.
E isto acontece porquê? Medo? Distracção? Falta de iniciativa? Cobardia? Cumplicidade de quem ganha alguma coisa com o negócio? É difícil de perceber. Mas regista-se. E sem medo.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Para que não se esqueça...
Repete-se porque o assunto diz respeito a todos e a Câmara Municipal deve gerir com transparência e adequadamente os dinheiros públicos.
Há 3 (três) perguntas que a imprensa do concelho e a oposição, quanto mais não seja para fazer prova de vida, deviam fazer. Antes que o faça(m) outra(s) entidade(s). São elas:
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha, directa ou indirectamente, na Festa Branca para o "jet set" local?
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha na Festa de Verão/Tasquinhas da Expoeste?
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha, directa ou indirectamente, nas actividades de "animação de Verão" para a população em geral, excluindo a Festa Branca e as Tasquinhas?
E se a imprensa e a oposição não perguntam... algum motivo hão-de ter. Qual será?...
Voltaremos ao assunto.
Há 3 (três) perguntas que a imprensa do concelho e a oposição, quanto mais não seja para fazer prova de vida, deviam fazer. Antes que o faça(m) outra(s) entidade(s). São elas:
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha, directa ou indirectamente, na Festa Branca para o "jet set" local?
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha na Festa de Verão/Tasquinhas da Expoeste?
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha, directa ou indirectamente, nas actividades de "animação de Verão" para a população em geral, excluindo a Festa Branca e as Tasquinhas?
E se a imprensa e a oposição não perguntam... algum motivo hão-de ter. Qual será?...
Voltaremos ao assunto.
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domingo, 21 de agosto de 2011
Três perguntas que devem ter resposta e que já deviam ter sido feitas pela oposição e pela imprensa
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha, directa ou indirectamente, na Festa Branca para o "jet set" local?
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha na Festa de Verão/Tasquinhas da Expoeste?
Quanto gastou este ano a Câmara Municipal de Caldas da Rainha, directa ou indirectamente, nas actividades de "animação de Verão" para a população em geral, excluindo a Festa Branca e as Tasquinhas?
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sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Tasquinhas: um erro que faz vítimas
A Associação Cultural e Recreativa Arneirense voltou a ganhar o primeiro prémio de um concurso de contornos enigmáticos e com um júri sem nome que parece distinguir as várias associações que participam nas Tasquinhas. Segundo o Jornal das Caldas (que dá a notícia aqui, fazendo o panegírico das Tasquinhas e/ou do vereador Hugo Oliveira), o primeiro prémio do Arneirense (mais um em vários anos, sem que se saiba há quanto tempo) teve direito a insultos e o presidente desta associação nem quer, no próximo ano, que ela seja candidata a prémio.
Esta situação é gerada por um erro absurdo da chamada "Festa de Verão" (ou seja, as Tasquinhas) e que, aceitando como bom o conceito do "mega-restaurante" de Fernando Costa, devia ser evitado.
Fui, algumas vezes, à "tasquinha" do Arneirense, gostei e lembro-me de ter perguntado se o Arneirense era mesmo um restaurante. Se fosse, iria lá várias vezes. Fiquei a saber que não era mas retive sempre as suas qualidades. E o que, à falta de melhor, se pode considerar o profissionalismo dos seus dinamizadores. No conjunto, e isso é inevitável, o Arneirense contrasta com as "tasquinhas" de outras associações onde o esforço e a boa vontade não são suficientes para garantir bons pratos e um serviço correcto e agradável.
Temos, assim, dois pesos e duas medidas: o que é muito bom pode conquistar sempre um dos primeiros prémios e o que é, malgré tout, medíocre nunca lá chegará.
Isto demonstra que, mesmo no "mega-restaurante", o conceito das Tasquinhas está errado e que deve haver critérios mais claros para aos participantes. Para seu próprio bem. E já sem falar no júri sem rosto (mas faz parte da tradição das Caldas, pelos vistos) cujas decisões serão sempre mal recebidas se não houver uma responsabilização dos seus membros.
O Arneirense não merecia a polémica. E as associações que montam as "tasquinhas" e todas as outras que deviam estar presentes mesmo sem terem "tasquinhas", mereciam que as Tasquinhas fossem mais do que um "mega-restaurante".
Esta situação é gerada por um erro absurdo da chamada "Festa de Verão" (ou seja, as Tasquinhas) e que, aceitando como bom o conceito do "mega-restaurante" de Fernando Costa, devia ser evitado.
Fui, algumas vezes, à "tasquinha" do Arneirense, gostei e lembro-me de ter perguntado se o Arneirense era mesmo um restaurante. Se fosse, iria lá várias vezes. Fiquei a saber que não era mas retive sempre as suas qualidades. E o que, à falta de melhor, se pode considerar o profissionalismo dos seus dinamizadores. No conjunto, e isso é inevitável, o Arneirense contrasta com as "tasquinhas" de outras associações onde o esforço e a boa vontade não são suficientes para garantir bons pratos e um serviço correcto e agradável.
Temos, assim, dois pesos e duas medidas: o que é muito bom pode conquistar sempre um dos primeiros prémios e o que é, malgré tout, medíocre nunca lá chegará.
Isto demonstra que, mesmo no "mega-restaurante", o conceito das Tasquinhas está errado e que deve haver critérios mais claros para aos participantes. Para seu próprio bem. E já sem falar no júri sem rosto (mas faz parte da tradição das Caldas, pelos vistos) cujas decisões serão sempre mal recebidas se não houver uma responsabilização dos seus membros.
O Arneirense não merecia a polémica. E as associações que montam as "tasquinhas" e todas as outras que deviam estar presentes mesmo sem terem "tasquinhas", mereciam que as Tasquinhas fossem mais do que um "mega-restaurante".
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domingo, 14 de agosto de 2011
Desanimação de Verão
Não fui ontem à noite à Foz do Arelho para ver se havia a Festa Branca (onde nunca fui, nem tive curiosidade em ir) e não sei qual o resultado das esforçadas tentativas do vereador Hugo Oliveira para garantir que se realizaria este ano o encontro do "jet set" que é tido, pelo candidato à sucessão de Fernando Costa, como "uma referência na região" ("Animação de Verão na Foz reduzida à Festa Branca", na "Gazeta das Caldas").
O que sei é que parece algo estranho que a esfuziante "animação de Verão" de outros anos (com muitos espectáculos e o emblemático FozBus) tenha ficado de repente reduzida a um evento voltado para uma pequeno sector da população.
A "animação de Verão" não era perfeita mas tinha alguma coerência e o FozBus (limitado a pessoas de maior resistência física e na prática interdito a idosos e grávidas) era um instrumento útil, e que até podia ser rentabilizado, para levar mais pessoas à praia da Foz do Arelho com maior conforto.
Não se percebe se a abstinência da Câmara neste desanimado Verão tem a ver com a necessidade de poupar ou com a inexistência de liquidez para garantir iniciativas de carácter público mais abrangentes.
Mas seria interessante que isso se soubesse (a crise, afinal, já existia em 2010), que a comunicação social fizesse perguntas e que os partidos da oposição interrompessem as férias em que vivem quase durante todo o ano para tentarem perceber o que se passa. Até porque, à partida, se deverá pensar que terão todo o interesse em conhecer o verdadeiro estado das finanças camarárias para não serem apanhados de surpresa se um dia, como é seu dever tentar, ganharem eleições autárquicas...
O que sei é que parece algo estranho que a esfuziante "animação de Verão" de outros anos (com muitos espectáculos e o emblemático FozBus) tenha ficado de repente reduzida a um evento voltado para uma pequeno sector da população.
A "animação de Verão" não era perfeita mas tinha alguma coerência e o FozBus (limitado a pessoas de maior resistência física e na prática interdito a idosos e grávidas) era um instrumento útil, e que até podia ser rentabilizado, para levar mais pessoas à praia da Foz do Arelho com maior conforto.
Não se percebe se a abstinência da Câmara neste desanimado Verão tem a ver com a necessidade de poupar ou com a inexistência de liquidez para garantir iniciativas de carácter público mais abrangentes.
Mas seria interessante que isso se soubesse (a crise, afinal, já existia em 2010), que a comunicação social fizesse perguntas e que os partidos da oposição interrompessem as férias em que vivem quase durante todo o ano para tentarem perceber o que se passa. Até porque, à partida, se deverá pensar que terão todo o interesse em conhecer o verdadeiro estado das finanças camarárias para não serem apanhados de surpresa se um dia, como é seu dever tentar, ganharem eleições autárquicas...
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Campeonato de coisas sem sentido nas Tasquinhas
Diz-nos, cheio de pias intenções, o "Jornal das Caldas" num texto apoteótico, que o extraordinário António Carneiro, "do Turismo do Oeste", acha que as Tasquinhas são "um reencontro com aquilo que é tradicional da região e do país" e que "este momento de animação é um aumento de satisfação dos nossos turistas". A competir com esta tão criativa figura num campeonato de coisas que fazem pouco sentido, o presidente da Câmara achou por bem opinar que as Tasquinhas não são um "mega-restaurante" (é interessante como se lembrou desta designação...) mas "um festival gastronómico, cultural e etnográfico".
O mesmo especialista em turismo também disse, talvez em jeito de confissão, que "come-se qualquer coisa, bebe-se um copo e conversa-se". Pois, talvez ele o seu companheiro do "mega-restaurante" devessem comer mais do que "qualquer coisa" para aconchegar o estômago...
Voltaremos ao assunto.
O mesmo especialista em turismo também disse, talvez em jeito de confissão, que "come-se qualquer coisa, bebe-se um copo e conversa-se". Pois, talvez ele o seu companheiro do "mega-restaurante" devessem comer mais do que "qualquer coisa" para aconchegar o estômago...
Voltaremos ao assunto.
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quarta-feira, 22 de junho de 2011
Fernando Costa é que não gostou...
... da decisão anunciada pelo novo primeiro-ministro de não nomear mais governadores civis, ao que consta. Impossibilitdo de cumprir novo mandato à frente da Câmara e não tendo figurado na lista de candidatos a deputados pelo PSD, Fernando Costa apostava na nomeação como governador civil de Leiria.
Perante esta impossibilidade, há um diga que Fernando Costa gostaria de outra nomeação qualquer mas, no domínio autárquico, tem um concorrente de peso - Fernando Ruas, o presidente da Câmara de Viseu, que é também presidente da Associação Nacional de Municípios. Nisto, a única vantagem que Fernando Costa tem é ser mais autêntico: não pinta o cabelo, como Ruas...
Perante esta impossibilidade, há um diga que Fernando Costa gostaria de outra nomeação qualquer mas, no domínio autárquico, tem um concorrente de peso - Fernando Ruas, o presidente da Câmara de Viseu, que é também presidente da Associação Nacional de Municípios. Nisto, a única vantagem que Fernando Costa tem é ser mais autêntico: não pinta o cabelo, como Ruas...
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quinta-feira, 16 de junho de 2011
E aí está o sucessor de Fernando Costa: Hugo Oliveira
O vereador Hugo Oliveira, que é publicamente mais conhecido pelo empenho que põe nas festividades balneares da Foz do Arelho é - já não pode haver margem para dúvidas - o sucessor de Fernando Costa, o actual presidente da Câmara Municipal.
O lançamento do seu próprio site, por sinal bem concebido, é a demonstração de que Hugo Oliveira está na corrida ou, melhor ainda, talvez nem precise de entrar nela. Delfim fiel de Fernando Costa, não iria lançar esta iniciativa, com a leitura que não pode deixar de ter, sem "luz verde", mesmo que discreta, do actual presidente.
Quanto à vereadora Maria da Conceição, que talvez fosse uma candidata à presidência da Câmara mais abrangente, parece ter trocado, definitivamente, a Câmara pela Assembleia da República (onde, pelo menos, não se esqueceu da sua região).
Contas feitas, talvez Hugo Oliveira seja uma solução de continuidade minimamente adequada...
O lançamento do seu próprio site, por sinal bem concebido, é a demonstração de que Hugo Oliveira está na corrida ou, melhor ainda, talvez nem precise de entrar nela. Delfim fiel de Fernando Costa, não iria lançar esta iniciativa, com a leitura que não pode deixar de ter, sem "luz verde", mesmo que discreta, do actual presidente.
Quanto à vereadora Maria da Conceição, que talvez fosse uma candidata à presidência da Câmara mais abrangente, parece ter trocado, definitivamente, a Câmara pela Assembleia da República (onde, pelo menos, não se esqueceu da sua região).
Contas feitas, talvez Hugo Oliveira seja uma solução de continuidade minimamente adequada...
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
Fernando Costa deve andar cansado...
Pois, às vezes Fernando Costa exagera. E nem sempre acerta. Teria sido preferível, e mais em consonância com a tradição brejeira das Caldas, que escolhesse outro tipo de comentários para atacar o potencial aliado do PSD. Enfim, talvez Fernando Costa esteja mesmo cansado por ter de andar a gerir a Câmara há anos demais.
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domingo, 30 de janeiro de 2011
Um concelho, duas realidades (4): Fernando Costa é como a EDP
O estado de degradação das redes de abastecimento de água e de electricidade nas zonas não-urbanas contrasta com a situação da cidade de Caldas da Rainha. O crescimento urbano na periferia, o aumento da população e a abertura de estabelecimentos comerciais e industriais fora da cidade criam uma pressão que as redes degradadas já não suportam.
O desinteresse dos autarcas e dos políticos (e o silêncio da comunicação social) acabam, na prática, por branquear o que não passa de um desinvestimento claro na "requalificação" dos serviços básicos.
Vê-se mais e é por isso mais importante - na tradição da política feita para a comunicação social - o embelezamento de uma rua do que a substituição da canalização apodrecida e estragada.
O autarca-mor, Fernando Costa (presidente da Câmara e dos Serviços Municipalizados), está, para as zonas rurais, como a EDP: o interesse concreto das populações é negligenciado e só algum protesto mais intenso é que os faz tremer... e temer. Estranhamente, a oposição política demonstra uma cumplicidade que só pode ter uma explicação bondosa: vivem todos na cidade, ou a ela encostados, e ignoram a realidade externa à cidade.
O desinteresse dos autarcas e dos políticos (e o silêncio da comunicação social) acabam, na prática, por branquear o que não passa de um desinvestimento claro na "requalificação" dos serviços básicos.
Vê-se mais e é por isso mais importante - na tradição da política feita para a comunicação social - o embelezamento de uma rua do que a substituição da canalização apodrecida e estragada.
O autarca-mor, Fernando Costa (presidente da Câmara e dos Serviços Municipalizados), está, para as zonas rurais, como a EDP: o interesse concreto das populações é negligenciado e só algum protesto mais intenso é que os faz tremer... e temer. Estranhamente, a oposição política demonstra uma cumplicidade que só pode ter uma explicação bondosa: vivem todos na cidade, ou a ela encostados, e ignoram a realidade externa à cidade.
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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Por que é que a oposição camarária não se pronuncia sobre a água no concelho?
A conta da água é cara. Não pela água que se paga, dependendo do consumo (e é preciso muito cuidado para evitar as leituras por "estimativa", que são sempre desvantajosas para o consumidor), mas pelo resto: a "tarifa de disponibilidade", o "tratamento de esgotos" e os "serviços diversos". É um balúrdio, relativamente ao qual não se sabe, na realidade, o que se está a pagar. Não se vê, não se sente, não se nota, ninguém esclarece. Não parece, também, que se destine à manutenção de infraestruturas porque as rupturas sucedem-se.
Infelizmente, a oposição camarária (PS, CDS, PCP, BE) não se pronuncia. Deve achar bem. Ou deve estar à espera de ter essa maquia à disposição quando, e se, chegar ao poder no concelho.
É por estas e por outras que Caldas da Rainha precisa de novos protagonistas políticos.
Infelizmente, a oposição camarária (PS, CDS, PCP, BE) não se pronuncia. Deve achar bem. Ou deve estar à espera de ter essa maquia à disposição quando, e se, chegar ao poder no concelho.
É por estas e por outras que Caldas da Rainha precisa de novos protagonistas políticos.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Para que serve o que pagamos a mais na factura da água?
Por que motivo é que aquilo que pagamos aos Serviços Municipalizados/Câmara Municipal a mais além do efectivo consumo de água (em média, cerca de 50 por cento da factura) não é aplicado na manutenção da rede de fornecimento de água de modo a evitar rupturas provocadas pelo apodrecimento dos canos?
domingo, 14 de novembro de 2010
As "casas de banho" para cães servem para alguma coisa?
Eu sei que é habitual, infelizmente: uma entidade pública faz uma coisa, gastando mais ou menos dinheiro público, a coisa não serve e desmantela-se, ou deixa-se ficar. Nunca se retira uma lição desse insucesso.
O caso das "casas de banho" para cães, que alguma coisa há-de ter custado, é um exemplo: os donos dos cães conseguem meter os bichos lá dentro para defecar? Essas estruturas são utilizadas? Servem, de facto, para alguma coisa? Era conveniente que a Câmara prestasse contas...
O caso das "casas de banho" para cães, que alguma coisa há-de ter custado, é um exemplo: os donos dos cães conseguem meter os bichos lá dentro para defecar? Essas estruturas são utilizadas? Servem, de facto, para alguma coisa? Era conveniente que a Câmara prestasse contas...
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
O PSD caldense e as eleições autárquicas
A recente conferência de imprensa do PSD para fazer o balanço de um ano de actividade na Câmara Municipal (pormenorizadamente coberta pelo "Jornal das Caldas" aqui)foi, em primeiro lugar, uma boa iniciativa porque permitiu aos caldenses ficarem a saber o que andam os representantes do PSD a fazer. A mesma atenção para com os eleitores não tiveram as outras forças políticas. Talvez por pouco terem para contar, excepção naturalmente feita ao representante do CDS/PP que dá grande atenção às "tias" e aos touros.
Em segundo lugar, porque - e seria essa a intenção? - parece atirar para a linha de partida das eleições autáquicas de 2013 os candidatos à sucessão do presidente Fernando Costa na câmara: Maria da Conceição Pereira, Hugo Oliveira e Tinta Ferreira. Seria preferível, no entanto, que a decisão não tardasse. Fernando Costa deve manter-se em funções até ao final do seu mandato mas o PSD deve indicar, o mais cedo possível, o seu próximo candidato. E, à partida, e com destaque nacional (até como deputada na Assembleia da República), deveria ser Maria da Conceição Pereira a próxima presidente da Câmara. Tinta Ferreira nota-se pouco e Hugo Oliveira tem de mostrar que sabe fazer mais alguma coisa do que a "Festa Branca".
Esta renovação deve, também, ser acompanhada pela renovação das listas para as juntas e assembleias. O PSD e o eleitorado só têm a ganhar com a substituição de alguns autarcas das freguesias que só vencem eleições por inércia e por falta de comparência das oposições.
E não é cedo para começar a pensar no assunto...
Em segundo lugar, porque - e seria essa a intenção? - parece atirar para a linha de partida das eleições autáquicas de 2013 os candidatos à sucessão do presidente Fernando Costa na câmara: Maria da Conceição Pereira, Hugo Oliveira e Tinta Ferreira. Seria preferível, no entanto, que a decisão não tardasse. Fernando Costa deve manter-se em funções até ao final do seu mandato mas o PSD deve indicar, o mais cedo possível, o seu próximo candidato. E, à partida, e com destaque nacional (até como deputada na Assembleia da República), deveria ser Maria da Conceição Pereira a próxima presidente da Câmara. Tinta Ferreira nota-se pouco e Hugo Oliveira tem de mostrar que sabe fazer mais alguma coisa do que a "Festa Branca".
Esta renovação deve, também, ser acompanhada pela renovação das listas para as juntas e assembleias. O PSD e o eleitorado só têm a ganhar com a substituição de alguns autarcas das freguesias que só vencem eleições por inércia e por falta de comparência das oposições.
E não é cedo para começar a pensar no assunto...
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