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sexta-feira, 23 de março de 2012

A greve deve tê-los cansado muito...

... e por isso hoje não há correio. Coitados, "incomodam-se" a trabalhar e cansam-se a fazer greve...

terça-feira, 20 de março de 2012

Nos CTT já devem estar a descansar para a greve geral...

... que é uma coisa, como se sabe, muito cansativa.
Ontem e hoje não houve distribuição de correio.

quarta-feira, 7 de março de 2012

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Não gostam de trabalhar... têm tolerância de ponto!

O pessoal dos CTT - que gosta tão pouco de trabalhar que até tem um "subsídio de incómodos" - está a descansar amanhã, terça-feira. Coitaditos, bem precisam...

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Agora dão em artistas mas distribuir correspondência é que tá quieto....

Consta que os CTT publicaram um livro com fotografias tiradas por carteiros. Sem atender muito à extraordinária bizarria da coisa, cumpre perguntar se o "subsídio de incómodos" também pagou os esforços artísticos dos "fotógrafos" e se tal foi feito nas horas de serviço.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Os CTT no meio da rotunda

Mostrando como a empresa tem uma elevada responsabilidade social e maturidade cívica, o pessoal dos CTT tinha hoje uma carrinha da empresa estacionada dentro da faixa de rodagem da Rotunda dos Arneiros.
Colocado onde estava, às 16h30, o veículo com a matrícula 10-IE-68, tapava a visibilidade aos restantes veículos, tornando mais fácil a ocorrência de acidentes.
Deve cansá-los muito, que se incomodam por terem de trabalhar, andarem à procura de um local para estacionarem correctamente.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

A propósito da "tolerância de ponto" dos CTT no dia 26 de Dezembro

"è preciso não se saber do que se fala. O dia 26 de Dezembro não foi gozado como tolerancia de ponto. Os CTT nunca tiveram uma tolerancia de ponto, pois só são empresa publica para ajudar a pagar a crise, para descontar nos ordenados dos trabalhadores. O dia 26 é um dia de descanso considerado no Acordo de empresa há mais de 15 anos. Porque é que nunca falam dos ctt quando todos gozam pontes e nós continuamos a trabalhar. È verdade a função publica necessita de saber o que é trabalhar e não estar a espera de mamas de pontes oferecidas e tolerancias de ponto. Os Ctt nunca tiveram nada disto. Sabemos trabalhar e a privatização só vem destruir a unica empresa do estado que dá lucro....."

Este comentário foi recebido (e publicado, tal como foi escrito) em reacção ao meu post Nos CTT trabalham tanto no Natal que até precisam de um feriado extra no dia 26... . Apesar de anónimo, devo supor que é da autoria de pessoa com interesse na matéria, ou seja, de um(a) funcionário(a) dos CTT e quero, por isso, dar-lhe réplica, o que faço nos seguintes termos:

1 - Os CTT prestam um serviço insuficiente à população. Têm poucos postos de atendimento e as condições em que os seus clientes (todos nós) são atendidos são más, degradantes e penalizadoras para todas as pessoas que têm dificuldades em movimentar-se.
Os funcionários podem dizer que a culpa é da administração mas nunca vi nem ouvi uma palavra da parte deles, directamente ou por meio dos seus sindicalistas, de consideração ou respeito pelos seus clientes.

2 - É possível que a folga do dia 26 de Dezembro esteja no Acordo de Empresa. Mas, em função do que acima escrevemos e da situação do país, só ficaria bem aos funcionários dos CTT darem um bom exemplo e mostrarem a sua solidariedade para com a restante população que aceitou várias outras perdas de "direitos adquiridos".

3 - Este tipo de situação, tal como as greves dos privilegiados funcionários das empresas de transportes públicos e dos não menos privilegiados maquinistas da CP (para combater processos disciplinares pela força e não pelo Direito!...), ultrapassa em muito os limites "morais" dos vários "direitos" e dos poucos "deveres" de trabalhadores que de há muito perderam qualquer perspectiva histórica, política e sindical e, mais tarde ou mais cedo, abrirá caminho - com apoio da restante população - a medidas mais limitativas.

4 - As empresas do sector público parecem subordinar a necessária procura de receitas aos privilégios dos seus administradores e dos seus funcionários (e nunca vi estes ou os seus representantes sindicais a voltarem-se contra os privilégios dos administradores...) porque o Estado, proprietário e patrão, parece aceitar esse catastrófico estado de coisas e pagar tudo aquilo que é necessário.
Uma empresa privada não depende do dinheiro do Estado mas das receitas asseguradas pela venda dos seus produtos e serviços. Privatizados, os CTT terão de vender mais e melhor os seus produtos e serviços e, de preferência, enfrentar a concorrência de outras empresas que possam operar em algumas áreas paralelas.
Por isso terão de prestar um melhor serviço aos seus clientes.
E isso implica uma coisa muito simples: funcionar. Ou seja: ter as portas abertas no dia 26 de Dezembro que é, cada vez mais, um dia de trabalho normal para a maioria da população.


5 - E convém não esquecer uma coisa: os funcionários dos CTT beneficiam de uma remuneração extra designada por "subsídio de incómodos" para compensar o incómodo de terem de trabalhar. E somos nós que acabamos por pagar essa e outras mordomias. Não teremos direito a sermos melhor tratados?

6 - Estranhamente, ontem não houve distribuição de correio onde moro.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

"As pessoas são maltratadas" nos CTT...

... escreve Carlos Cipriano na "Gazeta das Caldas" (sem link) na notícia "Filas de espera aumentam na estação dos correios das Caldas", onde é feita uma crítica certeira ao péssimo serviço prestado pela empresa que se vale, diz o jornalista, da "evidente falta de manifestação de impaciência e de desagrado por parte dos cidadãos e dos seus representantes públicos".
É verdade. Os "incomodados", convém que nos lembremos, são os coitados que são obrigados ao sacrifício e ao incómodo de terem de trabalhar nos CTT.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Nos CTT trabalham tanto no Natal que até precisam de um feriado extra no dia 26...

Não há tolerância de ponto, reduzem-se feriados, "pontes" até parecem assunto tabu mas nos CTT - onde se trabalha tanto, coitados - descansam no dia 26, segunda-feira. É o aviso que está na estação dos CTT aqui de Caldas da Rainha.
Devem passar o Natal a distribuir correspondência, deve ser uma enchente de cartas, cartões, encomendas, registos, citações, publicidade, contas...! Um desvario de trabalho para gente que sofre tanto com o incómodo de ter de trabalhar que até tem "subsídio de incómodos".
Privatizem-nos e com urgência para perceberem o que é trabalhar!

terça-feira, 13 de setembro de 2011

O "serviço público" dos CTT

É para isto que precisamos de aturar os incomodados dos CTT e o seu desprezo pelo público?!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

CTT: não melhora nem por nada

Voltei hoje ao posto dos CTT do centro da cidade, onde me deparei com ar condicionado e com uma pequena alteração: os bancos, que não dão para mais de sete pessoas sentadas (com boa vontade...), estavam todos voltados para os sete postos de atendimento que, para variar, não estavam todos a funcionar. Será para facilitar a visão do triste espectáculo que é a lentidão dos funcionários, possivelmente tão incomodados como os seus camaradas carteiros por terem de trabalhar?

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Se os CTT fossem uma empresa privada...

... isto teria menos possibilidades de acontecer. Ao contrário do Estado, que permite que os administradores que nomeia se beneficiem a si próprios e não às empresas que fazem de conta que dirigem, os accionistas privados perceberiam que situações desta género teriam consequências negativas nos lucros da empresa.
É por estas e por outras que eu não consigo perceber os lamentos de falsas virgens ofendidas dos críticos da privatização dos monopólios do Estado.

terça-feira, 28 de junho de 2011

O "subsídio de incómodos" da administração dos CTT

Do blog Porta da Loja, com a devida vénia:
«O mundo terciário

Jornal i:
Os carros dos gestores públicos custam aos cofres do Estado 6,4 milhões de euros, avança o “Correio da Manhã”.
Segundo o jornal, são atribuídos 224 automóveis – de um universo de 62 empresas do sector empresarial do Estado – aos conselhos de administração. Mercedes, BMW ou Audi são as principais marcas usadas.
A grande maioria das empresas com participação do Estado (44) optou por adquirir os automóveis cedidos aos administradores e vogais, o que representa uma despesa de 5,8 milhões de euros para 158 veículos. Outras 19 empresas recorreram aos regimes de aluguer de veículos pagando um valor mensal. Em 2010, esse gasto era de 604 mil euros para 66 carros.
Segundo os dados da Direcção-geral do Tesouro e das Finanças, a aquisição mais cara foi nos CTT. Quando Estanislau Mata da Costa assumiu a liderança dos Correios trocou o BMW de serviço por um Mercedes S320 CDI. Este custava 84 mil euros, mas a retoma do BMW permitiu baixar o preço para 60 mil euros.
Comentário a este mundo dos gestores de estadão: deviam ter vergonha e passar a andar de metro e autocarro. Como os demais cidadãos, a maior parte deles trabalhadores que acrescentam mais valia às empresas ao contrário destes nababos da democracia que se limitam a delapidar património. Num país de pedintes de mão estendida ao estrangeiro, em boa parte por culpa destes gestores de pacotilha, ainda se comportam como senhores de um reino de fantasia em que a vida dos demais cidadãos são para eles como a caca de cão: para se desviarem e tapar o nariz.
Para além destas mordomias de país atrasado e periférico, este Estanislau dos CTT ainda acumulava vencimentos.
Os processos-crime por má gestão, gestão danosa, rareiam, mas estes gestores estão mesmo a pedi-los. E a única pena que merecem é apenas a da privação da liberdade por causa da prevenção geral e especial.
Este país está na bancarrota por causa deste tipo de gente.»

Privatizem-nos, e rapidamente!...

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Porque é que não há correio à segunda-feira?

No local onde resido, é rara a segunda-feira em que há correio. Será que as empresas e outras entidades e pessoas que enviam correio para quem aqui reside se combinaram todas para a correspondência que enviam não chegar à segunda-feira. Ou os carteiros estão de folga? Ou será um "incómodo" suplementar trabalharem à segunda-feira? Ou os CTT não asseguram distribuição de correio em todos os da semana? Ou... ? Tudo é possível!

quinta-feira, 31 de março de 2011

Mais um bom exemplo que vem dos CTT: o administrador que falseou o CV

Na empresa dos que ganham um "subsídio de incómodos" para trabalhar e que nos incomodam com a sua incompetência e as suas birras, havia um administrador que, inovando no exemplo dado pelo ainda primeiro-ministro, falseou o seu "curriculum vitae". "Estava convencido" de que era licenciado, disse ele. O diploma deve sair num destes domingos...
A história é contada pelo jornal "i":
«O administrador dos CTT Marcos Baptista, ex-sócio do secretário de Estado Paulo Campos e por este nomeado, adulterou o currículo, afirmando ser licenciado pelo ISEG, como consta no despacho de nomeação publicado em Diário da República. O curso não foi concluído, apurou o i, não tendo Marcos Baptista completado as cadeiras suficientes para concluir uma licenciatura pós Bolonha, caso o curso tivesse sido realizado após a entrada em vigor deste acordo comunitário.
Na sequência da investigação, o i procurou esclarecer o assunto junto do administrador durante o dia de ontem, sem sucesso. Hoje, Marcos Baptista suspendeu o mandato na administração da empresa pública, alegando “razões pessoais” e mostrando-se “surpreendido por dúvidas” sobre a sua formação académica. “Devo referir que sempre estive convencido que o meu percurso académico com 8 anos de frequência universitária e elevado número de cadeiras concluídas, em mais do que um plano de estudos curriculares, correspondesse a um curso superior à luz das equivalências automáticas do Processo de Bolonha. Solicitei, por isso, hoje ao ISEG a devida avaliação curricular”, referiu no comunicado interno que enviou aos trabalhadores.»
Oito (8) anos para este belo mijarete?!...

terça-feira, 29 de março de 2011

Privatizem os CTT, por favor!

O problema dos CTT só se resolve com uma lógica de empresa privada: quem não trabalha, é despedido.
E não me importo de pagar mais para ter a garantia de que a minha correspondência é entregue a tempo e horas.

CTT: ronha, greve, birra, "incómodo"? Venha o Diabo e escolha...

Há mais de uma semana, dávamos conta aqui (segundo notícia da "Gazeta") de um atraso na distribuição da correspondência por parte dos CTT, que implicava o bloqueio de 89 mil cartas por distribuir, por reacção dos carteiros a uma mudança no seu horário de trabalho.
Já recebi alguma correspondência, entretanto, mas dou pela falta de correio que costumo receber regularmente. E ontem, segunda-feira, como acontece também com regularidade, não houve distribuição de correspondência onde resido.
Não se consegue perceber se o que está na origem desta inaceitável situação é birra, ronha, greve, a chatice de terem de trabalhar, segundos empregos ou mesmo terceiros, pura e simples incompetência ou seja lá o que for.
E é significativo que o pessoal dos CTT não se importe. O que também revela a qualidade, e a quantidade, do seu brio profissional...

sexta-feira, 18 de março de 2011

89 mil cartas por distribuir por causa de uma birra sindicalista nos CTT!

Porque o horário de entrada mudou, das 6h30 para as 8 horas, o pessoal dos CTT deixou de fazer aquilo que devia fazer: entregar as cartas. E, por isso, há 89 mil cartas por distribuir nas Caldas. Oitenta e nove mil!
Conta-o a "Gazeta" aqui, citando Dina Serrenho, dirigente do Sindicato dos Correios e Telecomunicações (secção regional Oeste e Ribatejo), que dá um belo exemplo do que é o sindicalismo actualmente, defendendo a atitude dos funcionários em questão e desprezando, com a maior desfaçatez, o interesse do público que - convém sempe ter presente - está sujeito a estas grosseiras imbecilidades.
Como é que a própria empresa, os CTT, aceita este gesto de pura e simples birra que nem parece ter a cobertura de qualquer disposição da nossa bondosa legislação laboral?

sábado, 19 de fevereiro de 2011

CTT: mais um exemplo do lindo serviço que prestam os "incomodados"

De Vila Real chega-nos esta notícia: sacos com correspondência abandonados num pinhal.
Pensando em correspondência que nunca me chegou, fico a pensar se este lindo serviço dos carteiros "incomodados" é caso único...