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domingo, 25 de março de 2012

Tanta demagogia, dr. Fernando Costa!...

De vez em quando, Fernando Costa eructa verdadeiras "postas de pescada" de demagogia perfeitamente dispensáveis e desagradavelmente ofensivas, como se quisesse tomar-nos a todos por idiotas. Foi agora o caso do IMI. Para um presidente de câmara que promoveu e patrocinou um aumento dos preços da água para o dobro... mais valia estar calado ou rever a sua própria decisão.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Uma perguntinha singela aos Serviços Municipalizados de Caldas da Rainha

Porque é que as tarifas da água - as tarifas todas, mesmo as mais enigmáticas - não estão disponíveis on line?
Os Serviços Municipalizados têm um site onde essa informação não existe. Que coisa tão estranha. Porque será?!

quarta-feira, 21 de março de 2012

Porque é que os caldenses não protestam contra o aumento brutal das tarifas da água?


- Porque vêem mal e não conseguem ler as letras pequeninas do verso da factura.
- Porque não sabem fazer contas.
- Porque são todos bois mansos.
- Porque acreditam na Câmara, nos partidos e no Pai Natal.
- Porque não se lavam.
- Porque são submissos.
- Porque são ricos.
- Porque têm medo de represálias.
- Porque não tencionam pagar.

quinta-feira, 15 de março de 2012

São todos ricos, é?

Já repararam no aumento da factura da água dos Serviços Municipalizados? Não se importam?
Ou são todos ricos como os vereadores e os membros de todos os partidos políticos na Assembleia Municipal que acharam isto muito bem?
Isto é que é um verdadeiro "pacto de agressão" - e subscrito por eles todos: PSD, PS, CDS, PCP e BE - contra os munícipes!
Mas como ninguém se queixa...

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Água: mais 1 euro na conta mensal... pelo menos

A partir de hoje, a população do concelho de Caldas da Rainha vai pagar, em média, mais 1 euro por mês devido ao aumento do preço da água e à sua repercussão nos custos lançados em todas as facturas (como aqui demonstrei).
A Câmara fez um comunicado idiota e enganador para distrair as atenções e o PS, o PCP e o BCE (incompetentes, aliados à maioria PSD/CDS ou simplesmente burros) estiveram-se nas tintas. Para o aumento, para a estrutura da factura da água... e para a população. O que também já é costume.
Eu gostava, muito sinceramente, de estar enganado (também pago a água e o resto que serve para as reconfortantes mordomias dos Serviços Municipalizados) mas o silêncio em torno do que escrevi - e que foi lido, e não poucas vezes, por quem tinha o dever de esclarecer com verdade - só reforça as minhas convicções.
Façam as contas, leitores.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Dois títulos de jornal que eu gostava de ver...

"Abastecimento - Câmara combate fraudes na água", titula o "Jornal das Caldas" na sua primeira página. Como eu gostava tanto de ver títulos como "Câmara combate rupturas da rede pública" ou "Câmara investe na manutenção da rede pública"!

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

E se os Serviços Municipalizados prestassem também atenção às rupturas?

Em anúncio de várias colunas na "Gazeta", os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento ameaçam com denodo os malfeitores (e pelos vistos devem ser muitos, atendendo à dimensão do anúncio) que têm ligações clandestinas à rede de abastecimento de água.
É pena que não se veja o mesmo entusiasmo por parte dos Serviços Municipalizados relativamente à reparação e manutenção da rede, às rupturas (e são tantas) na rede que ficam dias por arranjar - e cujo desperdício é pago por todos nós - e à reparação dos buracos que vão ficando pelas estradas e ruas do concelho depois de cada intervenção do seu pouco assíduo pessoal.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Digam-me que estou enganado, sff!...

... e que a conta da água (juntamente com todos os "extras" que temos de pagar) não vai aumentar pelo menos 1 (um) euro por mês. Gostava de estar enganado, juro!

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Não conseguem demonstrar que estou enganado... pois não?

A conta da água vai aumentar cerca de 1 euro por mês. Pelo menos. Demonstrei-o aqui. Haverá alguém capaz de dizer que não é verdade e de o demonstrar?

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O aumento do preço da água: mais 1 euro por mês, pelo menos...

Um visitante fez-nos chegar uma factura dos Serviços Municipalizados de valor modesto que serve para ilustrar bem a situação de iniquidade do custo do abastecimento de água e o significado do seu amento.
Este cliente da Câmara das Caldas tem a seguinte factura:

"Conta da Água" - 7.13€
"Conta Trat. Esgotos" - 4€
"Serviços Diversos" - 2.45€
IVA - 0.43€
Total - 14.01€

Ou seja, metade da conta é da água efectivamente consumida. A outra metade... é de tudo o resto. Dá para o "Trat. Esgotos" e para as rupturas, para os popós de função da Câmara e dos Serviços Municipalizados e sabe-se lá para que mais.
O item dos "Serviços Diversos" é uma percentagem, que passa dos 30 por cento (e cujo critério é incompreensível). Neste caso são 34%.
Se aplicarmos ao custo efectivo da água que é de 7.13€ os 10 por cento de aumento, teremos um valor de 7.84€.
Se aplicarmos a mesma taxa de 34% para os "Serviços Diversos" a este valor teremos um valor de 2.66€.
A estes aumentos soma-se o que se repercute no IVA que, a 6 por cento, é aplicado aos "Serviços Diversos". O que a um valor de 2.66€ dá mais 0.16€.
Ou seja, com o tal aumento de 10 por cento que a Câmara acha muito bem e que as oposições se calhar não percebem porque os seus activistas não precisam de andar a contar os cêntimos para sobreviverem, uma factura de 14.01€ - quem nem é um valor muito elevado - passará para 15.30€. Ou seja, mais 1 euro e 29 cêntimos.
Repetimos o que já escrevemos: se a maioria que aumentou o preço da água e as oposições que se limitam a fazer figura de corpo presente quisessem prejudicar menos os munícipes tinham reduzido as parcelas manhosas da "Cont. Trat. Esgotos" e/ou dos "Serviços Diversos".

sábado, 7 de janeiro de 2012

Um "esclarecimento" manhoso da Câmara sobre o aumento do preço da água

O Gabinete de Imprensa da Câmara das Caldas divulgou, pelo menos na "Gazeta", um "esclarecimento" sobre o aumento de 10 por cento no preço da água que omite uma questão essencial.
Por muito que a autarquia possa invocar que foi "obrigada" a fazer esse aumento e que até pode haver consumidores não afectados por ele, não é possível esconder que há mais uma série de custos metidos à força na factura de consumo da água que aumentam muito simplesmente em função do novo preço da água.
Esses elementos com a máscara de taxas são receitas próprias da Câmara (e dos Serviços Municipalizados) e servem, em teoria, para fazer reparações e manutenção. Não existe, no entanto, qualquer tipo de investimento visível na reparação e manutenção da rede de abastecimento e as rupturas (muito frequentes, o que mostra bem o estado da rede) são reparadas com algum desinteresse.
O aumento do preço da água podia ser menos pesado se essas taxas, absolutamente discricionárias, fossem aliviadas.
Ao ignorar esta questão, o "esclarecimento" da Câmara é tão manhoso como o comportamento das oposições que - por motivos que se desconhecem - nunca se preocuparam com essa multiplicação ignóbil de custos que em nada beneficia os munícipes.

sábado, 31 de dezembro de 2011

O que se esperaria das oposições no aumento do preço da água

Olhe para a sua factura da água, dos Serviços Municipalizados de Caldas da Rainha. Vai encontrar a indicação do custo da água que consumiu e depois mais uma colecção de parcelas que aumentam o valor final da factura.
Essas parcelas servem, oficialmente, para a manutenção e reparação das infra-estruturas.

No entanto, apesar de a rede de abastecimento público de água estar, um pouco por todo o concelho, consideravelmente apodrecida e destruída por rupturas sucessivas que são apenas remendadas, não se vê qualquer tipo de investimento organizado para refazer, ou reparar com solidez, a rede pública.
O aumento idiota do custo da água consumida em 10 por cento agrava duplamente a factura da água. No próprio custo da água e nas restantes parcelas porque elas são definidas percentualmente. Quem consome menos paga menos nessas taxas e quem consome mais paga mais em taxas.
Se os argumentos da Câmara para aumentar o preço da água até podem ser aceitáveis, já é de lamentar a esperteza saloia que está subjacente à coisa: todas as outras taxas aumentam, cumulativamente, os tais 10 por cento e não apenas o preço da água

E sabemos bem que são receitas que ficam inteiramente para os Serviços Municipalizados e, portanto, para a Câmara e que não saem do concelho.
Tanto quanto se sabe, o PS, o PCP e o BE votaram contra o aumento na Assembleia Municipal. Para eles já chegou.
Com isso, limitaram-se a cumprir a sua função de corpo presente. Depois ficaram quietos, mais uma vez a fingirem-se de mortos, porque não sabem ou porque têm dinheiro à vontade para suportar esses (e outros) aumentos ou porque não percebem o que deviam fazer ou ainda porque se estão nas tintas para os interesses da população. Ou porque só são oposição em "part time".
Se as oposições fossem gente responsável deviam desde logo ter proposto uma alteração na factura da água que, pelo menos, evitasse o aumento das taxas associadas ao consumo da água. Uma iniciativa dessas até podia ser inviabilizada pela maioria PSD/CDS que aprovou o aumento de 10 por cento mas, pelo menos, marcaria bem uma posição baseada no interesse público.Não foi o que aconteceu.
O imobilismo destes "opositores" perante uma vereação errática e que parece estar em desespero a substituir o interesse público pelo interesse privado mostra bem o que fazem aos votos que receberam dos seus eleitores: estão, simbolicamente pois claro, a limpar (e mal) o sítio onde as costas mudam de nome com os boletins de voto.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Um aumento estúpido

O aumento de 10% no preço do custo da água, forçado pela maioria PSD/CDS, é estúpido e estupidamente penalizador.
Pode haver milhentas razões para encarecer o preço da água mas este aumento cego faz por sua vez aumentar o preço final da factura porque cada factura de água tem uma parcela de percentagem de diversas taxas e serviços que pode chegar aos 50% do valor da factura.
A maioria podia ter feito um exercício de racionalidade e de respeito pelos consumidores se, aumentando o preço da água, baixasse o valor dos restantes elementos da factura. Não o fez e fez mal.
É uma opção que contradiz a decisão de não penalizar os caldenses pela via dos impostos e que só reflecte a desorientação dos gestores das autarquias e da oposição de faz de conta que acaba por lhes aparar o jogo.
Chegámos mesmo ao fim do regime e da pior maneira.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Câmara das Caldas amiga do contribuinte...mas só até certo ponto

O "Jornal das Caldas" dá-nos uma boa nótícia (por enquanto sem link): a Câmara Municipal das Caldas quer reduzir as taxas de IMI e a de IRS e a derrama (que afecta das empresas) em 2012. O objectivo, segundo o seu presidente, é o de "reduzir a carga fiscal dos contribuintes", traduzindo-se a redução destes impostos numa diminuição de 1,6 milhões de euros nas receitas camarárias.
A Câmara das Caldas não está, felizmente, entre as mais vorazes do País nem, tão pouco, entre as autarquias que carregam há muito tempo com prejuízos bem pesados e pode fazê-lo, como tem acontecido de há alguns anos para cá.
O propósito é louvável mas há que acrescentar-lhe um comentário: só é pena que, nessa mesma perpectiva, não reduza a carga de taxas diversas que cai sobre a conta final da água nas facturas dos Serviços Municipalizados e que não parecem, realmente, servir para obras de manutenção da degradada infraestrutura de abastecimento de água do concelho.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Para que servem os balúrdios que pagamos na conta da água?

Não é, com certeza, para que reparem a tempo e horas as avarias da rede de abastecimento de água, quando o piquete dos Serviços Municipalizados interrompe o "serviço público" entre a meia-noite e as oito horas, como aqui conta um residente do concelho que está sem água desde a noite passada.

domingo, 13 de março de 2011

"Um buraco não é para tapar, é para se ir tapando de vez em quando"

No "Correio dos Leitores" da "Gazeta", um belo texto crítico de um leitor, José Prata, sobre o estilo de trabalho do pessoal dos Serviços Municipalizados, a propósito dos buracos da cidade e de uma ruptura na canalização pública:
"Não havia um só sinal de obras. de embargo de via, ou de desvio. O respeito pelas pessoas ou por quem tinha necessidade de por ali circular era totalmente inexistente, pelo menos por parte do motorista do camião. Os poucos carros que entretanto arriscaram por ali passar, só quase que por milagre não riscaram outros. Um deles, ainda roçou na pá da escavadora, precisamente no momento em que uma sapata afundou. A mesma teve que mudar de sítio e deu então para ver a maravilhosa forma como se trabalha nos Serviços Municipalizados das Caldas: no local do rebentamento do cano e onde o terreno cedeu com a sapata da retro, pasme-se, viu-se à saciedade, que foi o alcatrão posto anteriormente naquele local que foi aguentando com o movimento e parqueamento temporário dos carros. É que havia um enorme vazio (oco) de um metro de largo por mais de um metro de comprido e um palmo de altura, porque o terreno não fora compactado (...)"
É de ler.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

O Estado nunca é penalizado e nós somos sempre lixados

Se o consumidor se atrasar, um dia que seja, no pagamento da conta da água, o valor da factura salta para o dobro (como se pode ler aqui).
Se faltar a água... bem, pague na mesma e cale-se.
Nascemos para ser explorados e ficarmos calados.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Um concelho, duas realidades (4): Fernando Costa é como a EDP

O estado de degradação das redes de abastecimento de água e de electricidade nas zonas não-urbanas contrasta com a situação da cidade de Caldas da Rainha. O crescimento urbano na periferia, o aumento da população e a abertura de estabelecimentos comerciais e industriais fora da cidade criam uma pressão que as redes degradadas já não suportam.
O desinteresse dos autarcas e dos políticos (e o silêncio da comunicação social) acabam, na prática, por branquear o que não passa de um desinvestimento claro na "requalificação" dos serviços básicos.
Vê-se mais e é por isso mais importante - na tradição da política feita para a comunicação social - o embelezamento de uma rua do que a substituição da canalização apodrecida e estragada.
O autarca-mor, Fernando Costa (presidente da Câmara e dos Serviços Municipalizados), está, para as zonas rurais, como a EDP: o interesse concreto das populações é negligenciado e só algum protesto mais intenso é que os faz tremer... e temer. Estranhamente, a oposição política demonstra uma cumplicidade que só pode ter uma explicação bondosa: vivem todos na cidade, ou a ela encostados, e ignoram a realidade externa à cidade.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O "Jornal das Caldas" parece que se esquece do "país real"

Depois de ter dado voz, há uma semana, a uma residente da Tornada sobre as frequentes rupturas na rede de abastecimento de água (a que aqui nos referimos), o "Jornal das Caldas" devia ter começado a ver pelas várias freguesias (basta sair da cidade para isso...) quais são as queixas das populações. Não o fez, no entanto.
Seria interessante conhecer o porquê deste desinteresse...

Três factos indesmentíveis sobre os SMAS da Câmara das Caldas e sobre a EDP

1 - É um facto indesmentível que, por motivos que se desconhecem, os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e a EDP não investem na renovação das infraestruturas físicas que servem para a distribuição de água e de electricidade nem fazem a sua manutenção.
2 - É um facto indesmentível que os canos rotos dos SMAS e as respectivas rupturas e as quebras de fornecimento de electricidade têm como principal causa o desgaste dos materiais e a sua não substituição e, claro, a completa ausência de investimento também na manutenção.
3 - É um facto indesmentível que os "especialistas" que dirigem os SMAS e a EDP nunca negaram que seja este o principal problema das "avarias" que tanto prejudicam os consumidores