sexta-feira, 1 de julho de 2011

Austeridade

Se tem de ser - e é grave, muito grave, que se saiba agora pelo Instituto Nacional de Estatística queas contas da execução orçamental andavam aldrabadas pelo anterior governo e que o défice é pior do que "eles" andavam a proclamar-, é preferível que haja clareza e frontalidade e que se faça tudo a tempo (que foi a opção do governo de Passos Coelho) do que andar a dizer que está tudo bem e depois anunciar, de repente, mais "medidas de austeridade" (que era a prática do "eng.º" Sócrates) e mais "medidas de austeridade" e mais "medidas de austeridade"...
Haja, agora, coragem e rigor para cortar na despesas do Estado!

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