domingo, 31 de julho de 2011
Dinheiro pela pia abaixo
Por mais que a enigmática coisa conhecida por Turismo do Oeste se esfalfe a enfiar dinheiro no semanário "Expresso" (com a divulgação de uma revisteca de conteúdos inúteis), não se encontra nem neste jornal nem noutro nem nas revistas semanais uma palavra que seja sobre toda a faixa da Costa Oeste que vai da Figueira da Foz a Peniche. Não há restaurantes, não há locais nem acontecimentos "in" (as tasquinhas da Expoeste são de um "in" muito peculiar...), não há paisagens (e a Lagoa de Óbidos está a morrer), não há ofertas de alojamento da moda e nenhuma das "celebridades" nacionais que aqui vêm, moram ou por aqui passam se arrisca a passar cartão ao Oeste. É um deserto absoluto, uma tristeza, um vazio que devia ser suficiente para estimular os magníficos autarcas que por aqui pululam... se fossem aproveitáveis, claro.
sábado, 30 de julho de 2011
A miséria da Estrada Atlântica
A Estrada Atlântica é uma via privilegiada, com uma vista única para o mar. Mas percorrê-la, entre a Boavista e a Foz do Arelho, faz pena. O velho café (e restaurante?) Talefe fechou por completo e até admira que a construção se mantenha sem ser vandalizada. E o antigo (e em tempos digno) Jotemar fechou e parece ter ficado com obras a meio.
A Câmara, que foi tão expedita a dar "luz verde" ao mirífico projecto turístico do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica, há-de ter alguma possibilidade de intervir, nestes estranhos casos, em nome do interesse (turístico) público.
A Câmara, que foi tão expedita a dar "luz verde" ao mirífico projecto turístico do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica, há-de ter alguma possibilidade de intervir, nestes estranhos casos, em nome do interesse (turístico) público.
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Plano de Pormenor da Estrada Atlântica,
turismo
Galp: dois concelhos contíguos e dois preços diferentes
Passa-se a "fronteira" de Caldas da Rainha para Alcobaça e os combustíveis sobem de preço. Tomando por única referência a Galp, o gasóleo está a 1,434 € em Alfeizerão e nas Caldas a 1,369 €.
Ou seja: a Galp não tem prejuízos nas Caldas mas, mesmo ao lado, ninguém a boicota para a forçar a baixar o preço para o nível das Caldas.
Ou seja: a Galp não tem prejuízos nas Caldas mas, mesmo ao lado, ninguém a boicota para a forçar a baixar o preço para o nível das Caldas.
Putas
... meretrizes, mulheres da vida, prostitutas, etc. À beira da estrada, na Tornada, a fazerem pela vida. Já por lá andariam? São recentes? São um produto da crise? A sociedade tolera-as e aproveita-lhes o trabalho, o Estado beneficia do apaziguamento dos seus clientes mas não lhes pede contas, os jornais locais devem conhecê-las mas voltam a cara para o lado. E também deve haver outras na região, mais recatadas, decerto que mais dispendiosas.
E também há as "putas" com aspas, prontas a venderem os seus vários atributos. Mas essa já é outra história.
E também há as "putas" com aspas, prontas a venderem os seus vários atributos. Mas essa já é outra história.
Uma boa inspiração para a restauração caldense
Este prato em forma de pénis, aqui revelado, ficaria bem em qualquer restaurante das Caldas... se houvesse ousadia suficiente para o efeito. Infelizmente, não é o caso.
![]() |
| (Foto: Yuriy Dyachyshyn/AFP, via G1.globo.com) |
Já melhoraram a extracção de fumos na Expoeste?
Já será possível ir às tasquinhas da Expoeste sem sair de lá com a roupa a cheirar a fritos?
O das Caldas...
"Líder da oposição vive nas Caldas" - titula, em êxtase provinciano, a "Gazeta" na primeira página da sua edição em papel.
E depois?, pergunto eu. O que ganhamos nós com isso?
E depois?, pergunto eu. O que ganhamos nós com isso?
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quinta-feira, 28 de julho de 2011
A propósito do fecho da livraria 107
Está, portanto, confirmado. E é pena.
Sem defender o apoio do Estado a iniciativas empresariais que não conseguem sobreviver, em especial em tempo de crise, fico a pensar se as entidades oficiais, a começar pela Câmara (além da enigmática comunidade dos municípios do Oeste e da desastrada comissão de turismo), não deveriam tentar enquadrar certos ex-libris do concelho em qualquer tipo de roteiro cultural e turístico que permitisse apoiar, pela promoção, o que precisa de ser apoiado. Convém lembrar que Isabel Castanheira é uma estudiosa de Bordallo Pinheiro e que ligara sempre a sua livraria a esta figura histórica das Caldas da Rainha.
Sem defender o apoio do Estado a iniciativas empresariais que não conseguem sobreviver, em especial em tempo de crise, fico a pensar se as entidades oficiais, a começar pela Câmara (além da enigmática comunidade dos municípios do Oeste e da desastrada comissão de turismo), não deveriam tentar enquadrar certos ex-libris do concelho em qualquer tipo de roteiro cultural e turístico que permitisse apoiar, pela promoção, o que precisa de ser apoiado. Convém lembrar que Isabel Castanheira é uma estudiosa de Bordallo Pinheiro e que ligara sempre a sua livraria a esta figura histórica das Caldas da Rainha.
terça-feira, 26 de julho de 2011
As "camas" já se foram...
Os colchões já desapareceram. Levados para o lixo ou aproveitados por alguém?
segunda-feira, 25 de julho de 2011
A Lagoa de Óbidos ainda conseguirá sobreviver?
Não é preciso ser-se especialista para ver como a invasão da Lagoa de Óbidos por areia e terra se agravou desde o ano passado, quando foi reaberta a "aberta" e a praia da Foz do Arelho recebeu enormes quantidades de areia.
Basta seguir ao longo da margem norte, na zona do Nadadouro e para lá da Escola de Vela, ou parar para contemplar a lagoa do alto da "rotunda do Greenhill", na maré baixa, para perceber como grande parte da Lagoa de Óbidos se encontra conquistada por ilhas onde floresce vegetação. E quem seguir do Nadadouro para o interior verá o que vai acontecer nos próximos anos: a água vai ceder lugar à terra e a Lagoa de Óbidos será mais uma extensão de terra.
O governo anterior juntou a fome à vontade de comer: a burocracia e o medo de fazer uma obra em concelhos de maioria "laranja" uniram-se para travar as dragagens que, há um ano, já eram urgentes.
Com o novo governo, e apesar de algumas indicações de que as dragagens até avançariam, a única coisa que se vê é a solitária draga que continua - tipo monstro de Loch Ness ou "Tollan" - na zona da Foz do Arelho, como se tivesse ficado abandonada ou estivesse a guardar lugar, numa manobra de chico-esperto, para as eventuais dragagens. E não se consegue perceber a inacção.
E espanta, no meio disto tudo, que toda a gente se mantenha calada: os que conseguiram fazer ouvir as suas vozes quando a Foz do Arelho quase foi destruída desapareceram, os "caldenses" que o são quando lhes dá jeito (tipo Manuel Alegre e António José Seguro), os sempre excitados autarcas (de Caldas da Rainha e de Óbidos) e a imprensa local que só em alguns fins-de-semana é que descobre que o concelho de Caldas da Rainha não é só a cidade.
O que será melhor para o turismo? A Lagoa de Óbidos com água ou a sua extensão completamente seca para mais um megalómano projecto imobiliário e de golfe?
Basta seguir ao longo da margem norte, na zona do Nadadouro e para lá da Escola de Vela, ou parar para contemplar a lagoa do alto da "rotunda do Greenhill", na maré baixa, para perceber como grande parte da Lagoa de Óbidos se encontra conquistada por ilhas onde floresce vegetação. E quem seguir do Nadadouro para o interior verá o que vai acontecer nos próximos anos: a água vai ceder lugar à terra e a Lagoa de Óbidos será mais uma extensão de terra.
O governo anterior juntou a fome à vontade de comer: a burocracia e o medo de fazer uma obra em concelhos de maioria "laranja" uniram-se para travar as dragagens que, há um ano, já eram urgentes.
Com o novo governo, e apesar de algumas indicações de que as dragagens até avançariam, a única coisa que se vê é a solitária draga que continua - tipo monstro de Loch Ness ou "Tollan" - na zona da Foz do Arelho, como se tivesse ficado abandonada ou estivesse a guardar lugar, numa manobra de chico-esperto, para as eventuais dragagens. E não se consegue perceber a inacção.
E espanta, no meio disto tudo, que toda a gente se mantenha calada: os que conseguiram fazer ouvir as suas vozes quando a Foz do Arelho quase foi destruída desapareceram, os "caldenses" que o são quando lhes dá jeito (tipo Manuel Alegre e António José Seguro), os sempre excitados autarcas (de Caldas da Rainha e de Óbidos) e a imprensa local que só em alguns fins-de-semana é que descobre que o concelho de Caldas da Rainha não é só a cidade.
O que será melhor para o turismo? A Lagoa de Óbidos com água ou a sua extensão completamente seca para mais um megalómano projecto imobiliário e de golfe?
domingo, 24 de julho de 2011
A CP não quer saber mesmo do Oeste
... como o mostra este trabalho de Carlos Cipriano na "Gazeta das Caldas", cuja leitura se recomenda ("CP já não promove ida à praia de comboio para S. Martinho do Porto") e de que se transcreve uma parte:
"Nos últimos anos a CP divulgou uns prospectos coloridos anunciando este destino, mas de forma tão cega que nem se dava conta que a oferta era tão escassa e tão anacrónica que não merecia a pena qualquer esforço de promoção. Por exemplo, do Bombarral para S. Martinho demorava-se 1 hora e 30 minutos de viagem. E mesmo das Caldas a frequência é tão escassa que pouca gente usa o comboio para aquele destino. No entanto, houvesse mais oferta e o caminho-de-ferro seria uma excelente alternativa. Basta ver que um comboio sem paragens intermédias liga a estação das Caldas à baía de S. Martinho em apenas oito minutos (muito menos do que, em pleno verão, se demora a procurar local para estacionar).
Não inserir este ano S. Martinho do Porto como destino para ir de comboio é uma medida acertada da CP, dada que tê-lo feito, seria ridículo.
Mas já não é acertado que a empresa continue a ignorar o potencial da linha do Oeste, mantendo rupturas de carga (transbordos) nas Caldas da Rainha absolutamente inúteis e que só contribuem para que cada vez menos gente procure o comboio."
"Nos últimos anos a CP divulgou uns prospectos coloridos anunciando este destino, mas de forma tão cega que nem se dava conta que a oferta era tão escassa e tão anacrónica que não merecia a pena qualquer esforço de promoção. Por exemplo, do Bombarral para S. Martinho demorava-se 1 hora e 30 minutos de viagem. E mesmo das Caldas a frequência é tão escassa que pouca gente usa o comboio para aquele destino. No entanto, houvesse mais oferta e o caminho-de-ferro seria uma excelente alternativa. Basta ver que um comboio sem paragens intermédias liga a estação das Caldas à baía de S. Martinho em apenas oito minutos (muito menos do que, em pleno verão, se demora a procurar local para estacionar).
Não inserir este ano S. Martinho do Porto como destino para ir de comboio é uma medida acertada da CP, dada que tê-lo feito, seria ridículo.
Mas já não é acertado que a empresa continue a ignorar o potencial da linha do Oeste, mantendo rupturas de carga (transbordos) nas Caldas da Rainha absolutamente inúteis e que só contribuem para que cada vez menos gente procure o comboio."
Era bom mas acabou-se...
Eis uma das coisas boas do Mercado Medieval de Óbidos - o porco no espeto, na "tasquinha" de A-dos-Negros. Este já tinha marchado...
sábado, 23 de julho de 2011
Uma questão de opinião
Em minha opinião, e para os efeitos legais aplicáveis, os blogs devem ser equiparados a órgãos de comunicação social, tendo naturalmente em conta as suas particularidades.
E, como todos os órgãos de comunicação social, têm direito a ter uma opinião. Ou, se forem de autoria colectiva, várias opiniões. E não devem, claro, misturar a informação que possam dar com a opinião que tem quem escreve, ou publica, essa informação.
Neste blog tenho procurado aplicar este princípio - se tenho alguma informação a dar, dou-a e separo-a da opinião que possa ter sobre o assunto (e foi o que fiz quando publiquei vários posts sobre o empreendimento imobiliário previsto para o Plano de Pormenor da Estrada Atlântica); mas se tenho uma opinião, também a publico. Quando me apetece ou quando a entendo ser oportuna.
Não fecho (com excepção das situações a que já aludi) as portas deste blog a opiniões diferentes ou contrárias às minhas. Mas não publico opiniões diferentes ou contrárias às minhas que o sejam de forma e de conteúdo tão radicalmente diferentes que, publicando-as, me sentisse obrigado a replicar e a rejeitá-las ponto por ponto, desperdiçando tempo e espaço.
E, como todos os órgãos de comunicação social, têm direito a ter uma opinião. Ou, se forem de autoria colectiva, várias opiniões. E não devem, claro, misturar a informação que possam dar com a opinião que tem quem escreve, ou publica, essa informação.
Neste blog tenho procurado aplicar este princípio - se tenho alguma informação a dar, dou-a e separo-a da opinião que possa ter sobre o assunto (e foi o que fiz quando publiquei vários posts sobre o empreendimento imobiliário previsto para o Plano de Pormenor da Estrada Atlântica); mas se tenho uma opinião, também a publico. Quando me apetece ou quando a entendo ser oportuna.
Não fecho (com excepção das situações a que já aludi) as portas deste blog a opiniões diferentes ou contrárias às minhas. Mas não publico opiniões diferentes ou contrárias às minhas que o sejam de forma e de conteúdo tão radicalmente diferentes que, publicando-as, me sentisse obrigado a replicar e a rejeitá-las ponto por ponto, desperdiçando tempo e espaço.
Pobrezas medievais em Óbidos
Lá fui ontem ao Mercado Medieval de Óbidos, pelo terceiro ano, e saí decepcionado.
É certo que o vento frio que tem assolado a região não ajudou mas o que vi não me entusiasmou e foi um recuo relativamente aos anos anteriores: menos expositores e menos objectos interessantes à venda, um crescente desinteresse do pessoal das "tasquinhas" à medida que a noite avançava e que os clientes aumentavam e animações de rua com menor frequência.
A crise, que não parece ter afastado os visitantes, não desculpa tudo.
É certo que o vento frio que tem assolado a região não ajudou mas o que vi não me entusiasmou e foi um recuo relativamente aos anos anteriores: menos expositores e menos objectos interessantes à venda, um crescente desinteresse do pessoal das "tasquinhas" à medida que a noite avançava e que os clientes aumentavam e animações de rua com menor frequência.
A crise, que não parece ter afastado os visitantes, não desculpa tudo.
Deficientes
Mais uma vez, numa das minhas cada vez mais raras visitas ao supermercado Continente/Modelo, me deparo com uma situação inaceitável: os lugares de estacionamento reservados para deficientes ocupados por veículos com pessoas que não mostram possuir uma única deficiência motora.
Ontem, sexta-feira, por volta das 16 horas, eram três: 12-AL-12, 65-32-ON, 33-67-NQ.
E os responsáveis (?) do Continente/Modelo, como é seu timbre, não se importam.
Ontem, sexta-feira, por volta das 16 horas, eram três: 12-AL-12, 65-32-ON, 33-67-NQ.
E os responsáveis (?) do Continente/Modelo, como é seu timbre, não se importam.
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idiotas ao volante,
Modelo/Continente
sexta-feira, 22 de julho de 2011
A Livraria 107 também vai fechar?
É essa, pelo menos, a intenção da sua proprietária, a dinâmica Isabel Castanheira, segundo revelou ao "Jornal de Notícias" aqui. Na cidade, já tinha fechado a livraria Martins Fontes (se não me engano no nome). Restarão a livraria Bertrand, no centro comercial Vivaci, e as "feiras do livro" nos supermercados. É pena.
Dois dias para percorrer oito quilómetros?
O "Jornal das Caldas" sai à quarta-feira e, sendo eu assinante, só me chega à caixa do correio à quinta-feira (se tudo correr bem nos CTT, claro...). Ontem não chegou e disse-me um vizinho que é o que tem estado a acontecer nas últimas semanas e também com a "Gazeta das Caldas", aparentemente por atrasos na impressão.
Em termos práticos, e se o "Jornal das Caldas" chegar hoje, verificar-se-á que terá demorado dois dias a percorrer os oito quilómetros que separam a minha casa do centro da cidade, onde é feito. Vale a pena ser assinante para isto? Não me parece.
Em termos práticos, e se o "Jornal das Caldas" chegar hoje, verificar-se-á que terá demorado dois dias a percorrer os oito quilómetros que separam a minha casa do centro da cidade, onde é feito. Vale a pena ser assinante para isto? Não me parece.
quinta-feira, 21 de julho de 2011
PS: Sócrates II
Sempre pensei que o António José Seguro fosse um líder de alternativa e/ou de ruptura com o ex-secretário-geral e ex-primeiro-ministro e que Francisco de Assis representasse, apenas, mais do mesmo. O que se verifica, agora, é que Seguro segue, em estilo e apoios, as pisadas do seu antecessor (de quem se terá afastado apenas por conveniência). E, muito possivelmente, vai ser ele a ganhar as desinteressantes eleições internas do PS. Teremos, portanto, um Sócrates II.
A única vantagem é que, com sorte e boa governação, o PS ainda tem pela frente uma longuíssima travessia do deserto. E pode ser que o novo secretário-geral "morra" à sede... de poder.
A única vantagem é que, com sorte e boa governação, o PS ainda tem pela frente uma longuíssima travessia do deserto. E pode ser que o novo secretário-geral "morra" à sede... de poder.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
Real Punjab: fechado
Elogiei, pela qualidade, e critiquei, pelo serviço, o restaurante Real Punjab. Já não existe. Sinal dos tempos?
Se os CTT fossem uma empresa privada...
... isto teria menos possibilidades de acontecer. Ao contrário do Estado, que permite que os administradores que nomeia se beneficiem a si próprios e não às empresas que fazem de conta que dirigem, os accionistas privados perceberiam que situações desta género teriam consequências negativas nos lucros da empresa.
É por estas e por outras que eu não consigo perceber os lamentos de falsas virgens ofendidas dos críticos da privatização dos monopólios do Estado.
É por estas e por outras que eu não consigo perceber os lamentos de falsas virgens ofendidas dos críticos da privatização dos monopólios do Estado.
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