O que suponho dever ser um centro de explicações (pode haver uma designação melhor mas esta nem é desprimorosa) apresenta - na sua sede - um painel com o seguinte anúncio às suas actividades: "Dá-nos tudo o que tens - Nós damos-te uma ajuda".
É uma má ideia, dar "uma ajuda" em troca de "tudo" o que podem ter os alunos e as famílias com necessidade de estudo acompanhado, sugerindo, ao mesmo tempo, que os preços são tão altos que... é melhor nem ir lá.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
"Dá-nos tudo o que tens" - uma má ideia de marketing...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Para que servem os balúrdios que pagamos na conta da água?
Não é, com certeza, para que reparem a tempo e horas as avarias da rede de abastecimento de água, quando o piquete dos Serviços Municipalizados interrompe o "serviço público" entre a meia-noite e as oito horas, como aqui conta um residente do concelho que está sem água desde a noite passada.
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Especialmente útil para o tempo quente...
... é esta forma de dar a bênção. Ninguém quer experimentar, por cá?
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Gente perigosa
Mais do mesmo. Vão-se matando uns aos outros...
domingo, 25 de setembro de 2011
Turismo no Oeste: dos sonhos de luxo ao lixo da negligência
Não acredito que alguém, ou alguma entidade (e muito menos essa bizarria que dá pelo nome de Turismo do Oeste), saiba quem são os turistas estrangeiros que visitam a Região Oeste, de onde vêm, quais os interesses que os movem e quanto vêm gastar.
O mais aproximado que existe são os inquéritos de rua da “Gazeta das Caldas” e não se lhes pode negar o interesse empírico de contribuírem com esses elementos para um retrato dos turistas estrangeiros. Quanto aos turistas nacionais (com visitas à região superiores a um dia, ou com uma pernoita, por exemplo), o desconhecimento ainda é pior.
Na melhor das hipóteses, o desconhecimento desse público está na origem da paralisia e das incongruências que rodeiam a oferta turística (que, organizadamente, é inexistente) na região. Mas a realidade será mais esta: há quem, em cargos de relativa responsabilidade tenha dinheiro e algumas vagas ideias feitas e se lance em acções que oscilam entre o desperdício tonto de meios e a ineficácia e quem, sem ideias ou interesse, se afunde na negligência.
De um lado temos os sonhos do golfe como único factor de atracção (e não é, e não há nenhum campo neste concelho, embora haja no concelho vizinho de Óbidos), de empreendimentos de luxo (como o mirífico empreendimento do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica que, se chegar a sair do papel nos próximos anos, se transformará num gigantesco “elefante branco”) e campanhas ilusórias (e invariavelmente deficientes) em que podem gastar à tripa-forra.
Mas, do outro, temos a mais comezinha das realidades.
É o lixo que se amontoa nas bermas das estradas e nas árvores, é uma cidade esventrada por obras que depois avançam aos bochechos, é a degradação da zona de praia (os escombros da Foz do Arelho e a draga, bovinamente aceite), é o culto de um “jet set” de terceira linha, é o desaparecimento do transporte exclusivo de acesso à praia que podia ter sido racionalmente rentabilizado, é uma elite social e política local que se satisfaz pela contemplação do próprio umbigo e que não conhece mais do que a sua pequena cidade, é a feira das “tasquinhas” (mal ventilada e inevitavelmente geradora de conflitos, por não se conseguir renovar), é um conjunto de autarcas de vistas curtas, é a inexistência de ofertas emblemáticas do concelho para consumo turístico.
Resolver, de vez, esta colecção de desinteresses e de negligências teria, decerto, um custo muito inferior ao das campanhas manhosas das entidades oficiais.
Óbidos, Alcobaça e Bombarral têm – com mérito próprio e com pequenos truques de marketing (como é o caso do chocolate de Óbidos) – um papel de liderança e de preponderância na oferta turística da Região Oeste que já deixou Caldas da Rainha para trás.
E, nesta circunstância, Caldas da Rainha nunca será turisticamente relevante nem nunca recolherá os frutos (económicos e financeiros) do turismo.
O mais aproximado que existe são os inquéritos de rua da “Gazeta das Caldas” e não se lhes pode negar o interesse empírico de contribuírem com esses elementos para um retrato dos turistas estrangeiros. Quanto aos turistas nacionais (com visitas à região superiores a um dia, ou com uma pernoita, por exemplo), o desconhecimento ainda é pior.
Na melhor das hipóteses, o desconhecimento desse público está na origem da paralisia e das incongruências que rodeiam a oferta turística (que, organizadamente, é inexistente) na região. Mas a realidade será mais esta: há quem, em cargos de relativa responsabilidade tenha dinheiro e algumas vagas ideias feitas e se lance em acções que oscilam entre o desperdício tonto de meios e a ineficácia e quem, sem ideias ou interesse, se afunde na negligência.
De um lado temos os sonhos do golfe como único factor de atracção (e não é, e não há nenhum campo neste concelho, embora haja no concelho vizinho de Óbidos), de empreendimentos de luxo (como o mirífico empreendimento do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica que, se chegar a sair do papel nos próximos anos, se transformará num gigantesco “elefante branco”) e campanhas ilusórias (e invariavelmente deficientes) em que podem gastar à tripa-forra.
Mas, do outro, temos a mais comezinha das realidades.
É o lixo que se amontoa nas bermas das estradas e nas árvores, é uma cidade esventrada por obras que depois avançam aos bochechos, é a degradação da zona de praia (os escombros da Foz do Arelho e a draga, bovinamente aceite), é o culto de um “jet set” de terceira linha, é o desaparecimento do transporte exclusivo de acesso à praia que podia ter sido racionalmente rentabilizado, é uma elite social e política local que se satisfaz pela contemplação do próprio umbigo e que não conhece mais do que a sua pequena cidade, é a feira das “tasquinhas” (mal ventilada e inevitavelmente geradora de conflitos, por não se conseguir renovar), é um conjunto de autarcas de vistas curtas, é a inexistência de ofertas emblemáticas do concelho para consumo turístico.
Resolver, de vez, esta colecção de desinteresses e de negligências teria, decerto, um custo muito inferior ao das campanhas manhosas das entidades oficiais.
Óbidos, Alcobaça e Bombarral têm – com mérito próprio e com pequenos truques de marketing (como é o caso do chocolate de Óbidos) – um papel de liderança e de preponderância na oferta turística da Região Oeste que já deixou Caldas da Rainha para trás.
E, nesta circunstância, Caldas da Rainha nunca será turisticamente relevante nem nunca recolherá os frutos (económicos e financeiros) do turismo.
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A imprensa regional tem os mesmos direitos da imprensa de expansão nacional
Prova-o a queixa que a "Gazeta das Caldas" dirigiu, e bem, à Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) contra o Ministério do Ambiente por dificultar a este jornal infomações de interesse público sobre a situação da Lagoa de Óbidos. Os pormenores estão aqui. (A legenda da fotografia da lagoa, com a draga ao fundo, faz referência à draga na edição em papel, o que se saúda.)
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011
O "Jornal das Caldas" gosta...
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
A auto-satisfação do vereador Hugo Oliveira
Ninguém elogiou as actividades de "animação de Verão" do vereador Hugo Oliveira? Não faz mal. Num exercício de prazer solitário, o próprio encarrega-se disso, no seu site: "A Maria dá os Parabéns ao Município das Caldas da Rainha pela programação da Animação de Verão na Cidade. Numa altura de crise e com escassos recursos para investir em eventos do género, conseguiu o Município em parceria com a ADJ CR uma animação dos largos com uma programação variada e distinta".
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O deputado municipal Fernando Rocha, do BE, gosta...
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A deputada municipal Luísa Arroz, do PS, gosta...
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
O vereador Manuel Isaac gosta...
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O vereador Rui Correia gosta...
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O vereador Delfim de Azevedo gosta...
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terça-feira, 20 de setembro de 2011
O "caldense" António José Seguro, secretário-geral do PS, gosta...
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Manuel Alegre, que é da Foz do Arelho quando lhe convém, gosta...
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Os investidores do projecto turístico do Plano de Pormenor da Estrada Atlântica e o seu presidente de junta Álvaro Baltazar Jerónimo gostam...
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Fernando Costa, presidente da Câmara Municipal, gosta...
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Tinta Ferreira, vereador da Câmara das Caldas, gosta...
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Maria da Conceição Pereira, vereadora e deputada à Assembleia da República, gosta...
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