quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Uma sex shop nas Caldas?!
Consta que Caldas da Rainha já tem uma sex shop. Será verdade? Espero, ansiosamente, que os jornais locais me informem, como costumam fazer com tantas outras empresas...
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
13 anos, 1 morto, 6 feridos
Um autocarro de transportes públicos do Barreiro teve um acidente e provocou um morto e seis feridos (notícia do "JN" aqui). O autocarro tinha 13 anos.
Já me tinha referido ao problema dos autocarros usados aqui, a propósito de um autocarro com 14 anos que circula entre Caldas da Rainha e a Foz do Arelho.
Já me tinha referido ao problema dos autocarros usados aqui, a propósito de um autocarro com 14 anos que circula entre Caldas da Rainha e a Foz do Arelho.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
João de Deus Valongo trata mal um cão
No terreno transformado em estaleiro que o empresário João de Deus Valongo ocupa na Serra do Bouro, há um cão de médio porte que passa o dia (e, pelo menos, grande parte da noite) metido numa espécie de jaula de cimento sem espaço para se mexer, sujeito às temperaturas mais brutais.
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crueldade para com os animais
CTT: uma proclamação surrealista
Na Praça 25 de Abril, mesmo no "nariz" da Câmara Municipal, está pendurada uma inestética faixa com a seguinte proclamação: "Correio na rua mais tarde - Distribuição sem qualidade". A faixa, manuscrita, é filha de pai anónimo e é um daqueles casos em que todas autorias são possíveis.
Por exemplo:
É a administração dos CTT a comunicar formalmente que o correio cheia "mais tarde" à "rua" (deitado na via pública?!) porque os carteiros não têm qualidade?
É a população a constatar que, sem uma explicação da parte da empresa, o correio lhe chega "mais tarde" porque o serviço, em geral, não tem qualidade?
São os trabalhadores e/ou as estruturas sindicais a fazerem autocrítica?
O serviço dos CTT já é generalizadamente mau. Mas ainda é possível descer mais baixo, como se prova por esta proclamação.
(Que, aliás, a Câmara devia retirar - por ser anónima e por desfigurar a sua praça nobre.)
Por exemplo:
É a administração dos CTT a comunicar formalmente que o correio cheia "mais tarde" à "rua" (deitado na via pública?!) porque os carteiros não têm qualidade?
É a população a constatar que, sem uma explicação da parte da empresa, o correio lhe chega "mais tarde" porque o serviço, em geral, não tem qualidade?
São os trabalhadores e/ou as estruturas sindicais a fazerem autocrítica?
O serviço dos CTT já é generalizadamente mau. Mas ainda é possível descer mais baixo, como se prova por esta proclamação.
(Que, aliás, a Câmara devia retirar - por ser anónima e por desfigurar a sua praça nobre.)
Transporte de passageiros... em segurança?
Um autocarro que faz o transporte de passageiros entre Caldas e a Foz do Arelho tem a matrícula 44-HE-55 e como data de primeira matrícula o mês 2 (Fevereiro) de 1996. A matrícula HE é de finais de 2008 ou início de 2009. Ou seja, este autocarro foi comprado já usado (e bem usado) com 12 ou 13 anos de vida. Este ano faz 14. Ainda estará em bom estado para funcionar como transporte público de estrada? E não é caso único...
domingo, 8 de agosto de 2010
Afinal ainda há FozBus...
Voluntariamente afastado da praia (da Foz do Arelho) durante este mês, só agora é que reparei que, afinal, há FozBus. É útil, claro, mas é pena que a tolice continue: é o mesmo autocarro que serve para ver as vistas mas que é absolutamente desadequado para pessoas com carrinhos de bebé, para idosos e para deficientes motores.
É pena que o vereador Hugo Oliveira não perceba o problema. Ou será que percebe e não é competente para função que desempenha?
É pena que o vereador Hugo Oliveira não perceba o problema. Ou será que percebe e não é competente para função que desempenha?
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sábado, 7 de agosto de 2010
Tasquinhas (III)
Na noite da inauguração, enquanto o presidente da Câmara, Fernando Costa, jogava ping-pong e a vereadora Maria da Conceição Pereira jantava com a família (no Arneirense, com um vestido que não a favorecia), um apresentador no palco fazia a festa, atirava os foguetes e apanhava as canas. E garantia que as Tasquinhas hão-de ser o maior evento turístico do Oeste. Talvez tenha sido por isso que Fernando Costa só a custo largou o ping-pong para ir ao palco. É completamente tonto alimentar a ilusão de que as Tasquinhas (por simpática que a iniciativa seja) sejam, neste formato, um evento que traga mais turistas (de outras regiões e do estrangeiro) às Caldas da Rainha. Não são. E nunca serão enquanto os visitantes sairem do recinto com a roupa a cheirar a fritos.
As Tasquinhas são uma iniciativa com mérito e, a vários títulos, uma festa. Mas isto não chega. O turismo que importa - e que dá dinheiro! - não se faz assim.
Desculpem lá: com Óbidos aqui ao lado, não vale a pena continuar a alimentar ilusões. O mundo é bastante mais vasto do que deve pensar quem deixa a barriga ocultar-lhe parte da vista.
As Tasquinhas são uma iniciativa com mérito e, a vários títulos, uma festa. Mas isto não chega. O turismo que importa - e que dá dinheiro! - não se faz assim.
Desculpem lá: com Óbidos aqui ao lado, não vale a pena continuar a alimentar ilusões. O mundo é bastante mais vasto do que deve pensar quem deixa a barriga ocultar-lhe parte da vista.
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Tasquinhas (II)
Tudo bem quanto aos comes & bebes no local. Mas tudo mal quanto à quase inexistente representação dos produtos locais: frutas, doçaria e vinhos. Quanto ao que se entende por "artesanato", a amostra é pobre e desinteressada. Há espaços e pessoas neles, e esforçam-se por estar lá, mas... valerá a pena? Falta um outro tipo de evento para isto. Este, as Tasquinhas, só por defeito.
Tasquinhas (I)
Não fixei a designação oficial do evento que decorre na Expoeste até ao próximo dia 15 e não vale a pena. São as Tasquinhas (ainda hoje uma avioneta sobrevoou o espaço aéreo do concelho a anunciá-las) e o que se faz numa tasca é comer e beber. De preferência bem. "À vol d'oiseau" fiquei ontem, mais uma vez, com a impressão de que a generalidade das tasquinhas cumpre bem a sua função mesmo que o serviço (efectuado por pessoas que não são profissionais da restauração) tenha falhas pontuais. Ontem, regressei ao Arneirense/Oleiros e comi uma belissima cabidela (e provei um borrego bem catita apresentado como "ensopado" mas melhor do que o tradicional ensopado). O estômago e o intelecto gostaram mas o traseiro queixou-se dos bancos incómodos. Hei-de voltar.
Os CTT violam a liberdade de imprensa
Ao bloquear, na prática, a distribuição da "Gazeta das Caldas" e, estranhamente menos, do "Jornal das Caldas" aos seus assinantes, a empresa CTT está a violar a liberdade de imprensa, como se pode verificar pelas disposições da Lei de Imprensa (Lei n.º 2/99, de 13 de Janeiro) que pode ser consultada aqui.
Voltaremos ao assunto.
Voltaremos ao assunto.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Idiotas ao volante
Às 20 horas de ontem, quinta-feira, o rapazola que conduzia o Citroën C2 preto com a matrícula 66-05-xx no sentido Zona Industrial-cidade, ultrapassou dois carros muito perto da zona de saída para a A8, obrigando o veículo que vinha na faixa contrária a sair para a berma da estrada para não chocar de frente com ele. "Férias Seguras"?!
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
O mal é os governadores civis continuarem...
O "Jornal das Caldas" (sem link para a notícia) informa-nos de que o governador civil de Leiria "continua".
Ficamos a saber que o médico aposentado (professor universitário, chefe de serviço e director de serviço no currículo) Paiva Carvalho vai receber só um terço do que receberia nesta função, por estar reformado, e que há gente do PS e ex-presidentes de câmara a quererem tirar-lhe o lugar. E Paiva Carvalho até se queixa dessas "almas penadas" que andavam "à coca" a ver se ele saía.
Esta mexeriquice política vale por ser um sintoma da metástase que são os Governos Civis: órgãos concentrados nas capitais de distrito que, na prática, só servem para dar de comer aos fiéis de cada governo e aos seus muitos amigos e amigas locais.
Paiva Carvalho pode ser uma pessoa de grande qualidade (o facto de reconhecer que o mesmo partido que o convidou parece querer "desconvidá-lo" sugere que tem algum discernimento político...) mas, metido nisto, como muitos outros, é uma inutilidade. E não apenas orçamental.
Ao País dava mais jeito que os Governos Civis fossem extintos. Eram muitos milhões de euros que se poupavam e a administração poderia estar mais descentralizada. E ensinar-se-ia muita gente a fazer pela vida em vez de estarem dependentes das recompensas político-partidárias.
Ficamos a saber que o médico aposentado (professor universitário, chefe de serviço e director de serviço no currículo) Paiva Carvalho vai receber só um terço do que receberia nesta função, por estar reformado, e que há gente do PS e ex-presidentes de câmara a quererem tirar-lhe o lugar. E Paiva Carvalho até se queixa dessas "almas penadas" que andavam "à coca" a ver se ele saía.
Esta mexeriquice política vale por ser um sintoma da metástase que são os Governos Civis: órgãos concentrados nas capitais de distrito que, na prática, só servem para dar de comer aos fiéis de cada governo e aos seus muitos amigos e amigas locais.
Paiva Carvalho pode ser uma pessoa de grande qualidade (o facto de reconhecer que o mesmo partido que o convidou parece querer "desconvidá-lo" sugere que tem algum discernimento político...) mas, metido nisto, como muitos outros, é uma inutilidade. E não apenas orçamental.
Ao País dava mais jeito que os Governos Civis fossem extintos. Eram muitos milhões de euros que se poupavam e a administração poderia estar mais descentralizada. E ensinar-se-ia muita gente a fazer pela vida em vez de estarem dependentes das recompensas político-partidárias.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Idiotas ao volante que são clientes do banco Santander
Às 15 horas de hoje, havia, pelo menos, três clientes do banco Santander (agência "Escola" na rua Arminda Alves) que resolveram estacionar praticamente em cima de carros já estacionados, dificultando o movimento dos que já estavam estacionados e dos carros que circulavam no local. São um bom cartão de visita para o banco Santander, que tem clientes deste gabarito.
Eis os veículos: Ford Transit xx-78-72, Citroen Berlingo 06-07-xx, Opel Astra 56-63-xx.
Eis os veículos: Ford Transit xx-78-72, Citroen Berlingo 06-07-xx, Opel Astra 56-63-xx.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A síndrome da Boa Morte
Basta a uma pessoa medíocre morrer para ser a melhor pessoa do Mundo.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Alguém endoideceu nos Serviços Municipalizados!
Liga-se o número 262839720, ouve-se uma gravação que indica "Leituras, marque 1", marca-se o 1 e recebe-se a informação de que o horário da Universidade Sénior vai até às 18 horas. Marca-se o número 262839700 e recebe-se a mesma informação: o horário da Universidade Sénior.
Ou endoideceram ou andam a brincar connosco!
E são estes serviços e o seu pessoal pagos (e bem pagos) com o nosso dinheiro!
Ou endoideceram ou andam a brincar connosco!
E são estes serviços e o seu pessoal pagos (e bem pagos) com o nosso dinheiro!
A necessidade de uma marca para o Oeste
Reproduz-se, assinando por baixo com o devido aplauso, parte do importante artigo de José Rafael Nascimento ("Marcas", na secção "De Braços Abertos") publicado na edição da "Gazeta" de 23 de Julho:
"(...) A marca Oeste é praticamente desconhecida dos públicos-alvo. Os consumidores de Lisboa, Porto e demais regiões, ou não sabem o que é o Oeste, ou não lhe atribuem características distintivas. Mais, não se percebe a quem compete criar e gerir a marca Oeste, nem parece existir uma estratégia consistente, coordenada e determinada para a construir. (...) Não se compreende, por exemplo, que Caldas da Rainha não tenha pratos típicos conhecidos na sua rica gastronomia, não valorize suficientemente a sua doçaria tradicional ou pareça ter vergonha das suas irreverentes “malandrices”, como se o património histórico se limitasse ao erudito e “politicamente correcto”. De facto, é enorme o potencial para criar e explorar marcas emblemáticas (âncora), em que se apoiem todas as outras, bastando juntar três ingredientes essenciais: estratégia, design e comunicação."
À atenção da Câmara e das empresas do concelho para ver se conseguem mudar alguma coisa e, para conhecimento que outra coisa não vale a pena, dessa bizarria que é o "Turismo do Oeste".
"(...) A marca Oeste é praticamente desconhecida dos públicos-alvo. Os consumidores de Lisboa, Porto e demais regiões, ou não sabem o que é o Oeste, ou não lhe atribuem características distintivas. Mais, não se percebe a quem compete criar e gerir a marca Oeste, nem parece existir uma estratégia consistente, coordenada e determinada para a construir. (...) Não se compreende, por exemplo, que Caldas da Rainha não tenha pratos típicos conhecidos na sua rica gastronomia, não valorize suficientemente a sua doçaria tradicional ou pareça ter vergonha das suas irreverentes “malandrices”, como se o património histórico se limitasse ao erudito e “politicamente correcto”. De facto, é enorme o potencial para criar e explorar marcas emblemáticas (âncora), em que se apoiem todas as outras, bastando juntar três ingredientes essenciais: estratégia, design e comunicação."
À atenção da Câmara e das empresas do concelho para ver se conseguem mudar alguma coisa e, para conhecimento que outra coisa não vale a pena, dessa bizarria que é o "Turismo do Oeste".
domingo, 1 de agosto de 2010
O Recanto: pelo menos, convidativo
Inspirado por uma notícia da "Gazeta das Caldas", fui espreitar o site do restaurante O Recanto (aqui) e fiquei bem impressionado: tem fotografias (instalações e pratos... e alguns deles bem convidativos, a abrir o apetite), ementa, "vinho da semana", com actualização diária dos pratos disponíveis. A ideia é boa e está bem desenvolvida. Hei-de lá ir e darei notícias.
Uma sugestão à Câmara: consultem a ESAD
... E lancem um concurso de ideias, aberto aos alunos e diplomados recentes da Escola Superior de Artes e Design, para a promoção turística do concelho e da região. Talvez surgissem boas ideias, mais úteis e mais práticas, do que os pouco imaginativos devaneios do vereador Hugo Oliveira...
"A Oeste tudo de novo"?! Que falta de jeito...
Há dias, a arrumar jornais e muita porcaria impressa e plastificada que trazem com eles, deparei-me com um melancólico e mal impresso folheto dessa entidade fantasmática que é o Turismo de Portugal, com o arrepiante título "A Oeste tudo de novo" - saberá Luís Patrão que o livro aludido é sobre a guerra? - e a indicação de um site que é significativamente inexistente. Com a designação de visitoeste.com, este site confunde: "visito este... ou aquele?", "visito o Leste?". E o folheto, mal enjorcado como está, assusta.
Os textos são uma miséria e amontoam lugares-comuns, as fotografias são de qualidade muito débil e a concepção gráfica é, talvez por vergonha, órfã de pai e mãe.
A abrir, uma nota do "Presidente da (sic) Turismo do Oeste", que remete para outro site igualmente inexistente, entra em concorrência com os lugares-comuns do miolo da coisa e só vence pelos pontos de exclamação: seis em meia-dúzia de linhas de texto.
O Oeste verdadeiro merece melhor. Caldas da Rainha também. E olhem que nem é difícil...
Os textos são uma miséria e amontoam lugares-comuns, as fotografias são de qualidade muito débil e a concepção gráfica é, talvez por vergonha, órfã de pai e mãe.
A abrir, uma nota do "Presidente da (sic) Turismo do Oeste", que remete para outro site igualmente inexistente, entra em concorrência com os lugares-comuns do miolo da coisa e só vence pelos pontos de exclamação: seis em meia-dúzia de linhas de texto.
O Oeste verdadeiro merece melhor. Caldas da Rainha também. E olhem que nem é difícil...
A propósito das tascas
Titula a "Gazeta" aqui que, a partir do próximo dia 6, a Expoeste se "o maior restaurante da região e espera 200 mil pessoas". Ou seja, para quem não sabe, é o já habitual certame das tasquinhas onde associações e colectividades apresentam os seus comes & bebes à região. A iniciativa é simpática, permitindo, entre outras coisas, que se conheçam alguns petiscos e que os habitantes da região e os que emigraram se reencontrem para conviver. Gastrónomo que sou, acho que é meritório e, em geral, tenho comido e bebido bem. Nada a opor, portanto.
Ao que me oponho é a que a pomposamente denominada "Expotur - Festa do Verão" seja promovida, na prática, como a única coisa que é relevante para o turismo nas Caldas, depois do gradual declínio (por razões não muito claras) da "animação" da Foz do Arelho.
A cultura popular, em todas as suas vertentes (e a gastronomia é uma delas), é um elemento fundamental na promoção turística de uma região. Mas se for a única, não valoriza. Ao contrário, empobrece.
Entre o oito das tascas das Caldas e os oitenta do golfe de Óbidos, fazem falta muitas outras opções para valorizar (e enriquecer) um concelho que engloba, em simultâneo, o campo e o mar, o ruralismo e a sofisticação urbana, o nacional-cançonetismo e a música clássica.
E é triste verificar que a Câmara não o perceba, que os partidos da oposição continuem distraídos e que as entidades oficiais olhem para esta porção do Oeste, com o provincianismo invertido das grandes cidades, como se ela fosse uma imensa tasca.
Ao que me oponho é a que a pomposamente denominada "Expotur - Festa do Verão" seja promovida, na prática, como a única coisa que é relevante para o turismo nas Caldas, depois do gradual declínio (por razões não muito claras) da "animação" da Foz do Arelho.
A cultura popular, em todas as suas vertentes (e a gastronomia é uma delas), é um elemento fundamental na promoção turística de uma região. Mas se for a única, não valoriza. Ao contrário, empobrece.
Entre o oito das tascas das Caldas e os oitenta do golfe de Óbidos, fazem falta muitas outras opções para valorizar (e enriquecer) um concelho que engloba, em simultâneo, o campo e o mar, o ruralismo e a sofisticação urbana, o nacional-cançonetismo e a música clássica.
E é triste verificar que a Câmara não o perceba, que os partidos da oposição continuem distraídos e que as entidades oficiais olhem para esta porção do Oeste, com o provincianismo invertido das grandes cidades, como se ela fosse uma imensa tasca.
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