A propósito deste post (Sabe onde estão os seus filhos?) deixou-me um visitante o seguinte comentário que merece destaque e publicação na íntegra:
"Aproveito este tema, sobretudo a parte de irem buscar os filhos à escola, para fazer um apelo ao bom senso e ao dever do respeito uns pelos outros no que concerne ao estacionamento, enquanto esperam pelos filhos à saída da escola. Neste caso falo do estacionamento da EBI Santo Onofre. Compreendo quando não há lugares disponíveis e os condutores encostam-se o mais possível aos carros estacionados, mas quando há lugares vagos acontece o mesmo e ocupam as faixas de rodagem e quem quer circular é obrigado a transgredir pois existe traço continuo em toda a extensão das faixas. Mesmo chamando as pessoas à atenção das transgressões que fazem, não ligam e até são mal educados. São estes os exemplos que os filhos desta "gentinha" tem, como podemos exigir boa educação e civismo aos alunos quando o seu ambiente de vida é um de sem regras onde não se cumprem leis e se "borrifam" para os outros que as cumprem. É um verdadeiro escândalo da má educação e da falta de civismo e estou a falar de "gente" bem vestida e com grandes carrões, o que indica determinado nível de vida. Deveria haver mais policiamento nestas alturas do dia. Garanto que se multassem quem deveriam nestas alturas, rapidamente se resolvia alguns problemas como o da falta de viaturas policiais nalguns locais do país e rapidamente se instalava a ordem obrigatória em locais públicos. Cada vez mais se cumpre menos. As Escola tem que ter acções de sensibilização nas aulas de civismo com os alunos para que estes ensinem aos pais o que quer dizer "civismo". O que responde, no meu ponto de vista à última pergunta: é mesmo hipocrisia e sobretudo estupidez natural."
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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Os péssimos exemplos dos papás
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terça-feira, 29 de novembro de 2011
Sabe onde estão os seus filhos?
Uma das coisas que mais confusão me faz quando circulo nesta cidade é ver as manadas de carros que se acotovelam diante das escolas à hora da saída para recolher os seus alunos que, na maior parte dos casos, já não crianças nenhumas.
Pais, mães, avôs, avós e sei lá que mais param em tudo quanto é sítio, em segunda fila e em passagens de peões, nos passeios e seja lá onde for, e aí ficam à espera. E não são apenas os jovens que vivem em locais mais afastados do centro da cidade onde os transportes públicos não chegam. São jovens que, às vezes, até moram a cinco ou dez minutos a pé da escola e que, apesar disso, lá têm motorista à espera no fim das aulas.
É um movimento que, perante o completo desinteresse da PSP, o aborrecimento de quem quer passar ou estacionar e dos motoristas do Toma que ficam com os autocarros imobilizados, demonstra a impressionante anti-sociabilidade dos familiares das "crianças" que, possivelmente, lhes é transmitida como valor.
Mas não é só isso que se torna irritante. É que - e possivelmente na maior parte dos casos - os adolescentes recolhidos à porta da escola com tanto desvelo, como se fossem crianças a saírem do pré-escolar, não vão para as suas festas e para as discotecas que frequentam e consumir o que consomem com esses bem-intencionados familiares.
E se podem ficar muito tranquilos por os verem sair da escola sãos e salvos não se percebe por que motivo não têm a mesma preocupação quando "os miúdos" vão para "a noite".
Será por hipocrisia ou por estupidez?
Pais, mães, avôs, avós e sei lá que mais param em tudo quanto é sítio, em segunda fila e em passagens de peões, nos passeios e seja lá onde for, e aí ficam à espera. E não são apenas os jovens que vivem em locais mais afastados do centro da cidade onde os transportes públicos não chegam. São jovens que, às vezes, até moram a cinco ou dez minutos a pé da escola e que, apesar disso, lá têm motorista à espera no fim das aulas.
É um movimento que, perante o completo desinteresse da PSP, o aborrecimento de quem quer passar ou estacionar e dos motoristas do Toma que ficam com os autocarros imobilizados, demonstra a impressionante anti-sociabilidade dos familiares das "crianças" que, possivelmente, lhes é transmitida como valor.
Mas não é só isso que se torna irritante. É que - e possivelmente na maior parte dos casos - os adolescentes recolhidos à porta da escola com tanto desvelo, como se fossem crianças a saírem do pré-escolar, não vão para as suas festas e para as discotecas que frequentam e consumir o que consomem com esses bem-intencionados familiares.
E se podem ficar muito tranquilos por os verem sair da escola sãos e salvos não se percebe por que motivo não têm a mesma preocupação quando "os miúdos" vão para "a noite".
Será por hipocrisia ou por estupidez?
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Será que a PSP está em greve nas Caldas? E a GNR? E se não estão porque é que não actuam no trânsito?
Estacionamento em segunda fila, não utilização das luzes indicadoras de mudança de direcção, estacionamento em cima do passeio, estacionamento em cima das passadeiras de peões e muitas vezes antes delas (impedindo os condutores dos veículos dos movimentos de verem quem está na passadeira), travagens repentinas, bloqueio completo das ruas à volta dos estabelecimentos de ensino à hora de saída dos alunos (coitados, não podem ir sozinhos da escola para casa mas já podem ir sozinhos para a discoteca), condução negligente de pessoas de avançada idade cuja carta nunca devia ter sido renovada, excessos de velocidade...
Isto acontece todos os dias e muito possivelmente a todas as horas na cidade de Caldas da Rainha e nas estradas secundárias que ligam a cidade ao interior do concelho.
A ausência de civismo e o mais absoluto desrespeito pelas normas do Código da Estrada ocorrem mesmo diante dos olhos dos agentes da PSP e dos militares da GNR encarregues de zelarem pelo cumprimento das leis da República e de sancionarem as pessoas que as desrespeitam com uma arrepiante sensação de impunidade.
Não há quem perceba a ausência e o desinteresse da PSP e da GNR perante o acumular de situações deste tipo. Que, além do mais, são obviamente benéficas para o erário público porque não é um exagero dizer que as forças de segurança (?!) poderiam passar algumas boas dezenas de multas todas as semanas. Que seriam muito mais correctas, adequadas e justas do que aquelas que tentam aplicar de emboscada numa das mais condenáveis práticas das ironicamente designadas "autoridades de trânsito".
Quando a enigmática Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária faz campanhas contra o excesso de velocidade - como se fosse essa a origem de todos os males! -, é grotesco assistir à passividade da PSP e da GNR neste domínio.
É que, além do mais, nem seria muito complicado para as distintas mas desinteressadas autoridades - bastar-lhes-ia circularem um pouco...
Isto acontece todos os dias e muito possivelmente a todas as horas na cidade de Caldas da Rainha e nas estradas secundárias que ligam a cidade ao interior do concelho.
A ausência de civismo e o mais absoluto desrespeito pelas normas do Código da Estrada ocorrem mesmo diante dos olhos dos agentes da PSP e dos militares da GNR encarregues de zelarem pelo cumprimento das leis da República e de sancionarem as pessoas que as desrespeitam com uma arrepiante sensação de impunidade.
Não há quem perceba a ausência e o desinteresse da PSP e da GNR perante o acumular de situações deste tipo. Que, além do mais, são obviamente benéficas para o erário público porque não é um exagero dizer que as forças de segurança (?!) poderiam passar algumas boas dezenas de multas todas as semanas. Que seriam muito mais correctas, adequadas e justas do que aquelas que tentam aplicar de emboscada numa das mais condenáveis práticas das ironicamente designadas "autoridades de trânsito".
Quando a enigmática Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária faz campanhas contra o excesso de velocidade - como se fosse essa a origem de todos os males! -, é grotesco assistir à passividade da PSP e da GNR neste domínio.
É que, além do mais, nem seria muito complicado para as distintas mas desinteressadas autoridades - bastar-lhes-ia circularem um pouco...
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
A PSP e a GNR de cá servem para quê?
Este protesto de um leitor do "Jornal das Caldas" apanhado em mais uma armadilha de caça à multa merece um comentário mais pormenorizado.
Fá-lo-emos, até em função dos muitos desmandos e ilegalidades com que qualquer pessoa se depara no concelho... perante o mais escandaloso desinteresse da PSP e da GNR. Que, pelo menos neste domínio, não servem para nada.
Fá-lo-emos, até em função dos muitos desmandos e ilegalidades com que qualquer pessoa se depara no concelho... perante o mais escandaloso desinteresse da PSP e da GNR. Que, pelo menos neste domínio, não servem para nada.
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quarta-feira, 19 de outubro de 2011
A PSP deixa as escolas inseguras... para os outros
A PSP bem podia passar nas escolas e no colégio Rainha D. Leonor à hora de recolha dos "meninos" e pôr um pouco de ordem no trânsito, impedindo o estacionamento desordenado e perigoso dos papás e das mamãs de criaturas que, em muitos casos, até andam sozinhos na rua fora dos períodos escolares.
Pelo meio até talvez conseguisse passar umas multazinhas, que dão sempre jeito para o combate ao défice...
Pelo meio até talvez conseguisse passar umas multazinhas, que dão sempre jeito para o combate ao défice...
sábado, 1 de outubro de 2011
Programa "Escola Segura" - "O pum que aquela senhora deu não foi ela, fui eu"...
Há uma semana, a "Gazeta das Caldas" publicava uma reportagem ("Programa Escola Segura tem quase 20 anos e tem tido bons resultados na comunidade escolar") sobre o programa de segurança nas escolas que é genericamente conhecido por "Escola Segura", referindo-se à sua criação em 1992.
Esta semana, no entanto, publica uma carta de Alberto Costa, antigo ministro da Administração Interna que não deixou saudades na função, em que este afirma, adejando uma indignação desadequada: "Na ultima edição da Gazeta, fontes equívocas ou erróneas levaram a que se tivesse publicado que “o programa Escola Segura teve início em 1992”, o que implicaria que esse programa tivesse sido concebido e posto em prática pelo último governo de Cavaco Silva. Tal não corresponde à verdade. O programa Escola Segura foi criado, lançado e generalizado a todos os distritos do País em 1996, com o primeiro governo de António Guterres, em que me coube a responsabilidade da Administração Interna (1995-1997)."
Mais valia a Alberto Costa ter ficado calado.
Porque a verdade, dura como granito, é que esse programa foi efectivamente criado em 1992 (sem a designação propagandística de "programa" ou de "Escola Segura"), nascendo de um protocolo celebrado entre o Ministério da Educação e o Ministério da Administração Interna que começou por abranger 59 escolas, sendo coordenado por um gabinete criado para o efeito na Educação que era dirigido por um oficial do Exército.
Os resultados foram de tal modo positivos que o primeiro governo do PS generalizou a medida.
O protocolo de 1992 entre os dois ministérios foi, na realidade, celebrado quando Cavaco Silva era primeiro-ministro e Couto dos Santos era ministro da Educação.
E para que não restem dúvidas, a informação está no próprio site da PSP:
"O Programa Escola Segura tem a sua origem num protocolo celebrado em 1992 entre o Ministério da Administração Interna e o Ministério da Educação. Na altura foram escolhidas, em função de estudos prévios e critérios objectivos para integrar o programa, as escolas consideradas prioritárias, ou seja, as mais carenciadas de meios humanos e materiais, a fim de melhorar, substancialmente, as suas condições de segurança. Estas escolas passaram a beneficiar de presença policial em permanência junto à entrada e para garantirem a segurança dos espaços interiores das escolas foram recrutados recursos humanos específicos (Auxiliares de Educação). Foram, ainda, efectuadas significativas alterações na sua arquitectura e sistemas de segurança física (vedações, iluminação) (...)"
A "Gazeta" procedeu correctamente, acreditando na palavra do ex-ministro e publicando a carta (embora pudesse ter feito esta mesma pesquisa). Mas o ex-ministro procedeu mal, omitindo a verdade e chamando a si um mérito que não tem sem, contudo, poder eliminar a realidade. Era perfeitamente escusado.
Talvez voltemos ao assunto...
Esta semana, no entanto, publica uma carta de Alberto Costa, antigo ministro da Administração Interna que não deixou saudades na função, em que este afirma, adejando uma indignação desadequada: "Na ultima edição da Gazeta, fontes equívocas ou erróneas levaram a que se tivesse publicado que “o programa Escola Segura teve início em 1992”, o que implicaria que esse programa tivesse sido concebido e posto em prática pelo último governo de Cavaco Silva. Tal não corresponde à verdade. O programa Escola Segura foi criado, lançado e generalizado a todos os distritos do País em 1996, com o primeiro governo de António Guterres, em que me coube a responsabilidade da Administração Interna (1995-1997)."
Mais valia a Alberto Costa ter ficado calado.
Porque a verdade, dura como granito, é que esse programa foi efectivamente criado em 1992 (sem a designação propagandística de "programa" ou de "Escola Segura"), nascendo de um protocolo celebrado entre o Ministério da Educação e o Ministério da Administração Interna que começou por abranger 59 escolas, sendo coordenado por um gabinete criado para o efeito na Educação que era dirigido por um oficial do Exército.
Os resultados foram de tal modo positivos que o primeiro governo do PS generalizou a medida.
O protocolo de 1992 entre os dois ministérios foi, na realidade, celebrado quando Cavaco Silva era primeiro-ministro e Couto dos Santos era ministro da Educação.
E para que não restem dúvidas, a informação está no próprio site da PSP:
"O Programa Escola Segura tem a sua origem num protocolo celebrado em 1992 entre o Ministério da Administração Interna e o Ministério da Educação. Na altura foram escolhidas, em função de estudos prévios e critérios objectivos para integrar o programa, as escolas consideradas prioritárias, ou seja, as mais carenciadas de meios humanos e materiais, a fim de melhorar, substancialmente, as suas condições de segurança. Estas escolas passaram a beneficiar de presença policial em permanência junto à entrada e para garantirem a segurança dos espaços interiores das escolas foram recrutados recursos humanos específicos (Auxiliares de Educação). Foram, ainda, efectuadas significativas alterações na sua arquitectura e sistemas de segurança física (vedações, iluminação) (...)"
A "Gazeta" procedeu correctamente, acreditando na palavra do ex-ministro e publicando a carta (embora pudesse ter feito esta mesma pesquisa). Mas o ex-ministro procedeu mal, omitindo a verdade e chamando a si um mérito que não tem sem, contudo, poder eliminar a realidade. Era perfeitamente escusado.
Talvez voltemos ao assunto...
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quinta-feira, 19 de maio de 2011
É nisto que dá a "caça à multa"
O habitual é vermos as autoridades de trânsito (GNR e PSP) na "caça" sorrateira à multa, emboscadas nas curvas da estradas a "fotografar" os carros dos incautos. Mas a vigilância e a fiscalização efectivas são coisas raras.
Depois, dá isto: cargas mal acondicionadas, transportadas de qualquer maneira, perfeitamente à balda e nas barbas das autoridades.
Os vivos é que rendem na "caça à multa". Os mortos já não.
Depois, dá isto: cargas mal acondicionadas, transportadas de qualquer maneira, perfeitamente à balda e nas barbas das autoridades.
Os vivos é que rendem na "caça à multa". Os mortos já não.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
A falta de pontaria da PSP na caça à multa
Costumo descer e subir a Avenida Eng. Luís da Paiva e Sousa em velocidade acima do limite legal e hoje, pelas 15 horas, foi o motorista de um veículo de uma empresa que, com sinal de luzes, me chamou a atenção para uma operação de "caça à multa" da PSP, que implicava um carro civil junto ao Cencal, dos que toda a gente tão bem conhece com um agente sonolento lá dentro, e outros agentes à espera dos prevaricadores incautos na rotunda-que-não-tem-nome-mas-que-é-a-do-Leclerc. Reduzi a velocidade, claro.
E não posso deixar de pensar, até em função disto, na absoluta indiferença desta corporação policial perante as manobras mais ilegais e o estacionamento desordenado com que nos deparamos todos os dias na cidade.
Como é costume, a "caça à multa" traduzida na "caça" aos incautos parece ser mais importante do que a manutenção da ordem.
Aliás, e eu pude reparar nisso, a maioria dos condutores que circulavam nesta rotunda mesmo debaixo do nariz dos agentes da PSP que aí se encontravam não faziam sinais luminosos a indicarem a mudança de direcção. Consta que é obrigatório...
E não posso deixar de pensar, até em função disto, na absoluta indiferença desta corporação policial perante as manobras mais ilegais e o estacionamento desordenado com que nos deparamos todos os dias na cidade.
Como é costume, a "caça à multa" traduzida na "caça" aos incautos parece ser mais importante do que a manutenção da ordem.
Aliás, e eu pude reparar nisso, a maioria dos condutores que circulavam nesta rotunda mesmo debaixo do nariz dos agentes da PSP que aí se encontravam não faziam sinais luminosos a indicarem a mudança de direcção. Consta que é obrigatório...
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segunda-feira, 11 de abril de 2011
A insensibilidade do cidadão e a incompetência da PSP e da GNR
Já por diversas vezes temos protestado contra os automobilistas idiotas que resolvem parar de repente sem qualquer aviso para os que vêm atrás e que largam as respectivas "carroças" no meio da rua ou a dificultar o trânsito numa via ou a circular durante quilómetros e raramente em linha recta sem utilizar uma única vez os "piscas". Fazem-no com o mais absoluto desprezo pelos outros, insensíveis ao facto de prejudicarem, ou mesmo impedirem, a circulação. É um comportamento condenável e, por sinal, proibido por lei.
A insensibilidade desta gente só encontra paralelo no desinteresse incompetente das autoridades de trânsito, que fazem vista grossa e que chegam ostensivamente a ignorar estes casos. Mesmo quando se verificam diante dos respectivos narizes.
Porquê?
A insensibilidade desta gente só encontra paralelo no desinteresse incompetente das autoridades de trânsito, que fazem vista grossa e que chegam ostensivamente a ignorar estes casos. Mesmo quando se verificam diante dos respectivos narizes.
Porquê?
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sábado, 27 de novembro de 2010
Idiotas ao volante... e fora dele
Tento não me surpreender com a falta de civismo e o excesso de estupidez dos cretinos que estacionam e páram os carros verdadeiramente no meio da rua, em segunda fila, no mais absoluto desrespeito pelos direitos dos outros a andarem na rua. Mas surpreendo-me, e muito, com a complacência das autoridades que, mesmo tendo as situações de infracção bem à vista, fazem de conta que não vêem. Não há nada - a lei, as normas internas ou mesmo o bom senso ou o "convite" dos superiores à distribuição de mais multas para arredondar o orçamento - que os obrigue a intervir?!
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Escolas já não seguras, populações muito menos
Não é só de agora, que as escolas estão praticamente desertas: vêem-se por aí os utilitários da PSP e da GNR afectos ao programa de segurança escolar "Escola Segura", criado em 1992 e aparentemente agonizante (ao contrário da insegurança escolar), com ar desmazelado e tristonho, em serviços que já não devem ser de combate à criminalidade. Compreende-se que os parques automóveis da PSP e da GNR possam estar debilitados pelo desinteresse que o Governo vota à segurança das populações mas isto, assim, também dá muito mau aspecto.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Falta de educação no Colégio Rainha D. Leonor
Os responsáveis do Colégio Rainha D. Leonor bem se podiam esforçar por ensinar aos seus clientes (pais, mães e diversos etcéteras dos alunos desta escola privada) boas maneiras rodoviárias para atenuar o ambiente de pastagem em que se transforma toda a zona envolvente à hora de entrada e de saídas das "criança" com o estacionamento selvagem de veículos dos respectivos familiares. A PSP - e é pena - está-se nas tintas para o assunto.
quarta-feira, 3 de março de 2010
O polícia à margem da lei
Quem será o agente da PSP que passeia sem trela e sem açaime (como manda a lei sobre os cães de raças perigosas) um cão rottweiler numa zona onde passam todos os dias crianças e jovens que frequentam o Colégio Rainha Dona Leonor?
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